AMOR

"Ensina só Amor, pois é isso que tu és"

domingo, 13 de novembro de 2016

"Escolhas Certas Com As Mulheres"

Escolhas Certas Com As Mulheres


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Perguntas de leitores do Cool Vibes:

Olá Pedro! Enquanto escutava este podcast me veio a mente uma situação que tive com uma garota e que ainda me incomoda. Há um pouco mais de três anos me interessei por uma garota que apesar de eu não ter um convívio muito próximo, acabo por vê-la uma a duas vezes por semana. Na época eu conhecia o Cool Vibes há uns três meses e identifiquei que estava tomado pelo estado de desejo, o que sei que tem um efeito muito negativo na interacção com as mulheres. Não sabendo lidar com esse estado, tratei de dizer-lhe logo o que sentia de uma forma um tanto precipitada, ela me rejeitou e ao mesmo tempo me interpretou de forma equivocada, como se eu a estivesse pedindo em namoro.

Passou-se cerca de um ano e fui a um acampamento no qual ela também estava, lá tentei me aproximar mais uma vez, ela não rendeu muito assunto comigo na primeira aproximação e na segunda, havia uma espécie de dança de salão, me dirigi a ela para convidá-la para dançar, mas ela fugiu de mim, chamando para dançar o primeiro homem que viu, fiquei muito envergonhado/constrangido porque sobrei sozinho no meio da pista e não soube lidar com isso. Depois disso, ou seja, mais ou menos uns dois anos para cá, nunca mais tentei qualquer aproximação dela, quando a vejo em um grupo de pessoas na direcção a qual estou indo, desvio meu caminho, quando me deparo com ela em um corredor onde desviar não é possível, apenas cumprimento.

Entretanto algo que me incomoda e que ocorre desde o início, lá em 2013, é que sempre percebo ela olhando para mim, em 2013 e 2014 a retribuía com um sorriso, mas depois da situação constrangedora que passei, não altero minha expressão, sempre permaneço sério, e como eu disse acima, me limito a cumprimentá-la se esse olhar ocorrer a uma distância curta, que é a minoria das vezes. Várias vezes ela demora bastante a desviar o olhar. Mesmo ela não sendo uma mulher de uma beleza acima da média, soube que outros dois rapazes do nosso meio de convívio se aproximaram dela e também foram rejeitados, isso com atitudes que não vejo acontecer com mulheres do mesmo meio que são notoriamente mais bonitas do que ela, um deles chegou a ir a sua casa pedir-lhe em namoro. Acho que esse rapaz não teria se exposto dessa forma se não sentisse que estava sendo correspondido em algum nível, o que me fez crer que ela faz esse jogo do olhar intencionalmente, como uma forma de alimentar o ego e ver quantos ela consegue deixar interessados. Soube por uma amiga que outras garotas pensam dela o mesmo que eu.

Minhas dúvidas são as seguintes: Estaria ela a me olhar dessa forma para manter-me interessado para mera satisfação de seu ego ou haveria outro significado para esse comportamento? Outras mulheres que me rejeitaram na vida não agiam assim comigo, inclusive eu entendia a ausência de contacto visual como uma demonstração clara de rejeição, não tinha maiores problemas em aceitar, em poucos dias o sentimento de rejeição estava superado. Já saí com várias mulheres nesses últimos dois anos e quase cheguei a namorar, mas mesmo não tendo mais a impressão positiva que tinha a respeito dela, ainda me sinto atraído e afectado com sua presença, entretanto não acho que seria íntegro eu tentar qualquer nova aproximação uma vez que já fiz isso em duas oportunidades, também não creio ser íntegro ainda ter esses pensamentos bem como essas coisas me incomodarem, para mim é uma demonstração clara do meu baixo nível de consciência. Ter que conviver com ela algumas vezes na semana me atrapalha no processo de desapegar, não estou sabendo lidar com isso.

Além das dúvidas, gostaria de sua opinião a respeito da situação por completo, fique a vontade para requerer maiores esclarecimentos caso tenha sido confuso em meu relato. Desde já agradeço sua paciência em ler esse texto enorme, por já ser um leitor do blog e inscrito nos canais do Cool Vibes no YouTube me sinto merecedor de um forte puxão de orelha por estar trazendo uma situação dessas a essa altura do campeonato. Um abraço do Brasil.”

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Pedro, se o homem e a mulher tiverem o mesmo nível de consciência, significa que a relação entre os dois tem tudo para dar certo ou nem por isso? Ou seja, se tiverem a mesma ideologia política, religião e os mesmos gostos e interesses, é quase certo que a relação vai durar por muito tempo? Costuma-se dizer que o diálogo, uma boa conversa, resolve tudo. O diálogo é possível entre um homem e uma mulher que são incompatíveis?”

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Olá Pedro, esta pergunta vem na linha da minha pergunta anterior. Há mulheres que encaram a religião como uma questão de vida ou de morte. E, até chegam a confundir Deus com religião. Ou seja, para essas mulheres, a religião tem que estar, sempre, em primeiro lugar e só, depois é que vem o namorado, o marido, os filhos, etc, etc. E o mais grave de tudo isso, é que nunca admitem esse fanatismo religioso, chegando ao ponto de elas estarem, sempre, a afirmar que, apenas, estão a cumprir os mandamentos de Deus e não uma determinada doutrina religiosa. Elas fazem questão de levar o homem, quase que, diariamente, para todas as actividades de culto na igreja, mesmo a contragosto deste. Pedro, será que a mulher anda a fazer essas coisas porque gosta do homem ou, apenas, quer satisfazer os caprichos dela? E, se o homem recusar em fazer-lhe a companhia à igreja, a mulher ameaça terminar a relação. Pedro, qual é a melhor saída para o homem, neste caso, em concreto? Terminar a relação e partir para outra ou dialogar com a mulher, procurando alertá-la para as consequências nefastas para a saúde que o fanatismo religioso pode trazer, mais cedo ou mais tarde? Mas, como fazer isso, sabendo que a crença religiosa das pessoas é uma questão muito sensível e que mexe com elas?”

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Olá Pedro, obrigado pelo áudio! Tenho uma pergunta para ti. Há mais ou menos meio ano atrás comecei a sair com uma rapariga do trabalho. Eu queria mesmo sair com ela e prometi-me a mim mesmo que se acontecesse algo entre nós sempre a iria respeitar. Tive uma infância desagradável que fez com que não sinta emoções agradáveis em relação à intimidade e expliquei-lhe isso porque ela queria estar mais comigo e eu queria espaço, muito espaço. Conforme ia passando o tempo notei que queria começar a conhecer outras mulheres e disse-lhe isso, no entanto continuamos-nos a ver. Ou seja foi tudo um caos da minha parte. Ela tem 10 anos mais que eu e isso também me deixou um pouco preocupado por medo de ser julgado. Acho que a magoei sendo tão distante com ela. Ela fartou-se da situação e decidiu afastar-se de mim porque ela gosta de mim. Sempre nos demos bem. Quando estamos juntos, é divertido. De momento estou de ferias mas acho que poderia dar mais de mim com ela, não seguir o medo ser mais carinhoso e presente com ela. Na tua opinião achas que faz sentido voltar a estar com ela ou seria melhor deixar terminar tudo? Ouvi o teu áudio anterior em que falas que não devemos ser tão esquisitos com elas e isso fez-me pensar. Obrigado! (espero que não seja demasiado confusa a pergunta). Abraço!”

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Pedro, é certo que existem diversos sítios onde se pode encontrar mulheres, desde discotecas, praias, festivais, supermercados e assim por diante. Agora, na minha opinião, penso que, nas discotecas, as mulheres, geralmente, estão mais receptivas às abordagens dos homens, uma vez que o próprio ambiente nesses lugares contribui para isso. Se em outros espaços de lazer, as mulheres podem achar estranho a aproximação de um homem desconhecido, já, nas discotecas, elas acham normal quando um homem resolve aproximar-se delas, convidando-lhes para dançar, por exemplo. Ou seja, salvo raras excepções, para as mulheres, nas discotecas, não existem homens desconhecidos. Pronto, infelizmente, sempre existe aquele grupo restrito de mulheres que vão para discotecas quase que com o objectivo de fazer uma espécie de sabotagem do espaço. Mas, penso que, nem por isso, a imagem, das discotecas, fica beliscada. Estou certo ou estou errado?“

Obrigado pelas perguntas! Segue o que Amas,
Pedro C.

17 comentários:

tuno disse...

Pedro,um muito obrigado, pela resposta às minhas perguntas, que foram três, no total. Agora, gostaria que me ajudasses, se possível, a localizar um dos áudios que publicaste no primeiro semestre deste ano, se a memória não me falha, em que falas da evolução do ser humano desde a sua criação até aos dias de hoje, como uma espécie de introdução ao áudio. É que tenho vindo a tentar localizar o referido áudio, mas não estou a conseguir. Desde já, um muito obrigado.

Renato Bass Hero disse...

Olá mais uma vez Pedro, muito obrigado por ter dedicado uma parte do seu tempo a responder a minha pergunta, que foi a primeira que você respondeu. Gostaria de fazer alguns comentários e responder as perguntas que fizeste no audio:

Através do Cool Vibes você tem me ajudado desde 2013. Quando disseste "Temos que ser implacáveis, não podemos dar hipóteses ao ego" lembrei que conseguir agir dessa forma na época que comecei a ouvir os podcasts. Eu era apaixonado por uma outra mulher que também não me correspondeu (inclusive por causa disso que procurei respostas na internet e cheguei ao Cool Vibes), segui seus conselhos e nunca mais entrei em contato com ela, foi minha melhor experiência de superação deste tipo de sentimento que já experienciei até hoje. Se não tivesse conhecido o canal no YouTube provavelmente teria caído nesse tipo de situação diversas vezes. Portanto mesmo eu ainda sendo bastante limitado, o que sou é bem melhor do que eu era, tens me ajudado bastante em diversas áreas para além das com mulheres.

O local onde a vejo é a igreja que frequento com minha família faz alguns anos, já me afastei de quase todas as atividades em comum, tais como encontros de jovens, corais, ocorreram alguns acampamentos e não fui em nenhum, restaram apenas dois cultos semanais que vou com minha família, mesmo assim em um deles reduzi bastante minha frequência. Vou colocar em prática seus conselhos e ignorá-la.

Minha experiência com mulheres se resume a um namoro de um pouco mais de dois anos onde a carência me fazia anular meu autorrespeito e outros relacionamentos curtos onde o mais longo durou três meses, sendo que o namoro foi antes do ocorrido que narrei na pergunta. Quando disseste que estou limitado, lembrei de algumas dessas mulheres e percebi que me senti dessa forma, mesmo quando estive com mulheres mais atraentes para mim do que a da pergunta.

Agradeço mais uma vez.

Abraço.

Outlets e companhia disse...

Olá Pedro, como estás? Eu, depois do meu ataque histérico contra o mundo, encontrei novamente algumas respostas. Me parece que os baixos que passo são bons sinais, kkkk. Estou percebendo que não dá para racionalizar tudo, porque a lógica, a razão, a moral são imposições construídas para prender quem somos a um caminho único. Talvez o que há de mais profundo nisso é que eu tenho que seguir a mim mesma, mas quem sou eu? Já percebi que é necessário me libertar de entraves impostos, mas que entraves são esses que parecem que fui eu mesma que os coloquei? Então, se fui eu, como posso confiar em mim mesma e até nas percepções que tenho ou naquilo que absorvo nas leituras do blog, do Hawkins? Daí vejo como é profundo o fosso aonde eu me enterrei ou enterrei aquela que eu sou ou quem eu fui, ou nunca cheguei a ser...? Se eu mesma não me encontro, como encontrar essas verdades e me entregar? Como confiar na vida, confiar no espírito? Ando a buscar entender tudo isso, essa sensação que todos temos de quem sou, afinal de contas que é que eu vim fazer aqui? E avaliando tudo o que é dito aqui no blog, a sua história, e me perdoe, não quero criar julgamentos, estamos todos orientados por padrões e personagens que em algum momento foram impostos ou criados, e que nada de verdade nos limita a não ser nós mesmos. Absolutamente nada! Me fez recordar de um áudio aonde você fala que tudo que vivemos é baseado na economia, temos que agir de tal forma para manter o "status quo". Mas a construção dessa mentira, de onde vem? Obviamente que vem da nossa criação também. E por mais que se diga que isso já não importa agora, neste momento presente, eu estou tentando também entender porque tenho tantas respostas automáticas e porque é tão difícil me manter no momento presente e de contemplação, entendes? E me parece que entender isso, o que me move, o que me desliga automaticamente, é talvez uma forma mais completa de encontrar o caminho de volta. Encontrar a minha história e compreende-la para me libertar desses personagens construídos, dessa roupa que hora é larga e hora é curta, e que não me cabe mais.

Outlets e companhia disse...

É algo como me entender comigo mesma, me encontrar, me aceitar. Mas eu não me aceito, como é que posso prosseguir nessa evolução? Por vezes venho aqui debater com todos e com você meus dilemas, que no fundo são fruto dessa não aceitação - tanto de mim mesma quanto da vida que construí. Dos conflitos e problemas que construí para esconder de mim mesma o que me incomoda de fato: eu mesma, ou melhor, aquilo que eu imagino que eu seja. E os dilemas são todos parecidos: auqela mulher ou aquele homem não é bonita ou bom o quanto acho que deve ser para mim; as pessoas que me interessam me rejeitam; eu estou tentando superar um karma... tudo isso criado pela minha mente, pelo meu ego, ambos orientados pelas regras de sobrevivência numa sociedade que procura ao extremo o conforto, o conformismo, o perfeccionismo, os prazeres sem limites ou consequencias, a inércia, a passividade, o apego, a aquisição de bens materiais, e confunde tudo isso com amor e felicidade. Somos reprimidos sexualmente, cada gênero de uma forma, e ambos se desencontram nesses caminhos diferentes sem ao menos saber como lidar com seus desejos mais básicos. Somos orientados a ser agradáveis aos demais, a nos socializar para garantir a inserção no grupo e a própria sobrevivência. Confundimos individualidade com individualismo e condenamos quem busca a si mesmo e quem quer viver sua essência. Fomentamos com tudo isso a discórdia, a inveja, o ciúme, a raiva. E somos violentados desde sempre, desde que saímos do útero das nossas mães para nos tornarmos isso que somos - seres ilimitados transformados em monstros que não conseguem se encarar no espelho sem se comparar com a celebridade da novela. A celebridade da novela é lapidada para atender a padrões que não consegue atingir, por isso são manipuladas por agulhas, facas e no final por computadores. E assim caímos doentes, nos negligenciamos, nos sentimos incapazes. Bom, tudo isso que falei agora é clichê. Mas como se chega a tal da consciência a respeito disso, e aquela coragem de dar o salto para o lado consciente, presente, de contemplação e ficar por lá? A todo momento eu me desvio dessa meta, e me pergunto:"mas por que?" Por que é tão difícil estar presente? Porque, respondo eu neste momento, e posso estar completamente enganada, porque eu construí esse mundo ao meu redor e eu não sei mais quem eu sou. Preciso, para sobreviver a esse eu construído, me manter na mente e no mundo racional que me impuseram. É o que eu concluí, Pedro. E agora, como faço para descascar esse personagem, tirar essa roupagem e me reconhecer - será que tenho mesmo dois braços, duas pernas, dois olhos, uma boca e um nariz? Preciso me olhar no espelho para algumas coisas. Outras, me foram ditas desde pequeno e eu acreditei. Acreditei que o azul é azul, mas eu queria que fosse verde. Porque eu o chamei aquele que é azul de verde. Se eu fosse daltônica, todos poderiam dizer que há diferenças entre os dois e eu por mais que quisesse não veria, seria invisível para mim. Uma imposição a menos! Então eu posso dizer que sou daltônica e que tudo que é azul também é verde? Ou simplesmente me adaptar, ou ainda ser chamada de louca e revolucionária. Mas é claro que o mundo inteiro estará contra mim, sendo que se eu resolver seguir a minha percepção e vontade própria precisarei enfrentar o mundo inteiro. Se eu for daltônica, direi que sou doente, e todos aceitarão então que eu e alguns poucos enxergam o azul como verde! Ou posso mentir e dizer que sou daltônica mesmo não sendo. Até que em algum momento eu talvez esqueça que não sou daltônica, e então não faça mais diferença o que eu pensava lá atrás?

Outlets e companhia disse...

Apenas com esse exemplo bobo, eu imaginei a energia que eu gastaria contra o mundo inteiro, e como seria mais fácil seguir a todos do que me manter na minha percepção própria. Eu já não faria mais conta das cores, talvez até desgostasse do assunto e o evitaria. Discutir a respeito seria algo tão desgastante que apenas me recordar a respeito já acabaria com o meu dia. Até que de repente, apenas de ver algo azul ou verde me causaria tamanho mal estar que eu evitaria até de olhar para essas cores. Eu passaria inclusive a ter preferências por outras cores na vida, não iria mais querer saber de verde ou azul. Talvez essas discussões ocorressem quando eu era muito jovem, por exemplo com uns 2 anos quando iniciamos os aprendizados. Então eu seria a pessoa teimosa, a que não aceitava a identificação padrão das cores, e essa personalidade difícil estaria definitivamente associada a quem eu sou, a ponto de ser reconhecida na família inteira com essa característica. Isso me traria um certo desgosto, mas caso aceitasse ao invés de buscar mudar o grupo, a matilha, eu estaria integrada de qualquer forma. Para que lutar contra o mundo? Já está tudo aí, construído, catalogado, definido, determinado. O gasto de energia de fazer qualquer coisa diferente seria grande e provavelmente não mudaria em nada, absolutamente nada. Eu aprenderia que é possível também impor as coisas às pessoas. Uma hora você "quebra o espírito" dela, e daí ela passa a ser como todos os demais.
Entretanto, como já dito antes, me colocar frente a frente com situações que me fazem recordar tudo isso, me traria tamanho dissabor que seria mais fácil eu me dissociar daquele momento. Economia de energia perante todos, não a mim. Aprendi isso desde cedo, agora é difícil mudar. Mas não é impossível, desde que eu tenha consciência de que há algo que não está coerente, e principalmente se eu parar para enfrentar e tentar entender porque eu não gosto das cores azul e verde no exemplo que dei, mas que se aplica a outras coisas: por que diabos eu não gosto de sair sozinha? Por que diabos eu acho que tenho que casar e ter filhos para ser feliz? Ou por que motivo eu acho que não? Ou por que eu acho que aquela pessoa não vai gostar se eu pedir um beijo? Por que eu associo pessoas bonitas com rejeição a mim, e por que ser rejeitado seria tão ruim?
Creio eu que não há respostas iguais para cada uma dessas questões. E creio ainda que se não buscarmos orientação interna profunda sobre os motivos de eu me colocar nessas situações, eu irei manter ainda alguns padrões de respostas que antecedem as limitações que eu fui criando, será que me entendes?
Como já dissestes e eu mesma acredito, os caminhos para buscar a iluminação são vários. O importante é que em algum momento nessa busca, algo te toca, uma espécie de chamado acontece e você passa a descobrir que o mundo não é só aquilo que te ensinaram, há algo mais por aí. Alguns encontram um mecânico de oficina e através da ginástica olímpica evoluem, outros buscam nos relacionamentos, alguns precisam apenas olhar para uma flor por dias e dias. Mas entre esse chamado e essa coisa que te toca está a vida que vivemos até ali, e que encheu o nosso inconsciente de respostas prontas. Talvez fazer o caminho de volta e resgaste também seja um caminho, e nos perguntar porque nos colocamos aonde estamos hoje com as limitações que vivemos tenha como resposta algo que quando iniciamos a nossa jornada nos explique mais do que poderíamos imaginar.
Abraços Pedro!
Me perdoe mais este discurso abusadamente extenso. Me perdoe também por tantas obviedades.
Obrigada!

tuno disse...

Pedro, devo confessar-te que, últimamente, tenho andado, bastante, desiludido com a postura de algumas mulheres. Mas, atenção, são mulheres que, de uma maneira ou outra, me têm proporcionado bons momentos. Agora, o problema é que no início do relacionamento, elas dizem uma coisa, mas, à medida que os tempos vão passando, a conversa já é outra, chegando ao ponto de darem o dito por não dito, como se costuma dizer. Ou seja, dizem, por exemplo, que o seu relacionamento anterior chegou ao fim e que tudo ficou enterrado, mas mais tarde voltam a dizer que, afinal, o ex-namorado anda a recusar em aceitar o fim da relação. Outras vezes, dizem que possuem, apenas, um filho, mas depois, aparecem dois ou mais filhos. E o pior de tudo é que as mulheres nunca dão a mão à palmatória, negando que mentiram no início. Elas dizem que, afinal, tinha havido um mal-entendido e que nunca tinham como intenção mentir. Entretanto, a conclusão que tiro é de que as mulheres adoram tratar os homens de idiotas. Pedro, eu tento ser íntegro com as mulheres, mas elas não têm colaboradas comigo nesse sentido. Eu, pelo menos, procuro ser honesto e sincero com elas, mas, por outro lado, gostaria que elas fossem o mesmo comigo. Pedro, o que fazer? Devemos acreditar ou não nas palavras das mulheres?

tuno disse...

Pedro, para complementar a minha pergunta anterior, gostaria de saber o porquê das mulheres darem tanta importância à questão financeira, apesar de sabermos que o dinheiro não deixa de ter a sua importância na nossa vida, em qualquer situação? Ou seja, normalmente, uma das primeiras coisas que elas têm por hábito perguntar é o seguinte: "Onde é que tu trabalhas. E quanto é que tu ganhas?" Agora, o problema não está na pergunta, em si, mas na intenção com que a pergunta é feita. Acho que a maioria das mulheres avaliam o homem pelo seu nível salarial ou o seu rendimento, muito embora nunca cheguem a admitir este facto. Pedro, nem sequer, estou a falar daquelas mulheres que são, tremendamente, materialistas. Estas não possuem nenhum tipo de consideração pelo homem. Estou-me a referir sobre aquelas mulheres que já demonstraram algum interesse em nós, já passámos bons momentos juntos e que inclusivé até já fizeram amor connosco.

Leandro Junio disse...

Boa tarde Pedro !

Estou em busca de como fortalecer o meu espírito, as pessoas a minha volta não me respeitam e sou muito desajeitado. Eu quero mudar de vida, pois já tenho 28 anos e não consigo as coisas que quero para minha vida. Estou muito em dívida com minha vida social e tenho problemas para conhecer mulheres pelo meu jeito de ser. Gostaria que comentasse algo sobre pessoas que tem esses mesmos problemas.

nelson goncalves disse...

Pedro nesse contexto do homem chatear ou bater na mulher numa discoteca , ele pode estar num grupo de amigos e querer se armar em espertalhão só para mostrar aos amigos que é o maior , geralmente isso acontece em grupo? Se for sozinho o homem sente que não tem poder. o azar dele é que a mulher sabia karaté.

Pedro C. disse...

Tuno:

De nada, foi uma honra.

Não te consigo ajudar nisso pois não me lembro em que áudio falei desse tema. E uma vez que no primeiro semestre deste ano publiquei todos os áudios do Cool Vibes desde o início no canal novo, é-me praticamente impossível saber em qual foi. De qualquer forma experimenta ouvir o áudio "Como Escapar do Labirinto do Ego". É o único que me vem à cabeça no qual possa ter falado do que referes.

Pedro C. disse...

Renato Bass Hero:

De nada, foi uma honra.

Coragem, Serenidade e Sabedoria é o que desejo para o teu caminho de evolução rumo a mais felicidade!

Luis Rodrigues disse...

Ola Pedro . Pelo que eu vejo na vida, parece-me que quem tem o poder de escolha é a mulher !!! Não são elas que escolhem qual é o homem com quem querem namorar ou casar ? Parece-me que nós não escolhemos nada !!! Sim nós vamos lá falar com a mulher mas ela é que escolhe se quer namorar connosco ou não. Estou certo ou errado ?

Luis Rodrigues disse...

Olá Pedro uma coisa que não podemos negar é que a atracção física que uma mulher sente pelo homem está sempre presente. Porque se atracção física não é tudo, então porque é que elas sentem mais atracção pelos homens que tem a beleza de um Fábio Lanzoni ?? E não sentem atracção por um homem baixinho de 1,50 magrinho careca, feio e sem dentes ?!! Sim porque por mais masculino seja um baixinho, careca, ou barrigudo e feio , esse tipo de homem nunca conseguirá mulher alguma devido a aparência !!! Mentira ou verdade ???

Pedro C. disse...

Ana Outlets:

Eu estou óptimo! Obrigado.

Todas essas perguntas, dúvidas e questões são uma estratégia esperta para se ficar na mesma :D a mente não tem a capacidade de responder a essas perguntas. O único propósito de tanta pergunta é o prazer a curto prazo que estas trazem. O envolvimento com a ilusão dos pensamentos. Tu não queres mudar, se quisesses mudar a actividade não seria mental, mas sim prática: escolhas diferentes no dia-a-dia. Só vais mudar quando realmente quiseres mudar. Só não te aceitas porque não queres, porque assim que te aceitares lá se vai o prazer das perguntas sem resposta, das reflexões sem conclusão, e dos problemas sem solução. Estás a questionar em vez de aceitar, estás a pensar em vez de ser. Quando realmente quiseres mudar, aceitar-te e saber a verdade das coisas, a solução virá até ti, pois a tua atitude será diferente. Enquanto essa motivação não for real e consistente, nada a fazer, esquece. Vais apenas continuar a fazer jogos mentais de angústias :D curte a vida! Vai celebrar! Bebe um copo, ri! Presta atenção ao que sentes e tem a coragem de fazer o que queres fazer, sem questionares nada :P segue o teu coração e não a tua mente. Segue o que amas.

Pedro C. disse...

Leandro Junio:

Olá Leandro! Todo o Cool Vibes é sobre esses temas. Tens de ir lendo os posts e ouvindo os áudios cujos títulos de atraem, qualquer um serve, não importa por qual começas! E tens de aplicar na tua vida, no dia-a-dia, os princípios que partilho. Isto tem de ser a coisa mais importante para ti, ou nada vai mudar. Mexe-te ou esquece :)

Pedro C. disse...

Nélson Gonçalves:

Os idiotas vão ser idiotas sozinhos ou acompanhados. Eu não sei se ele estava sozinho ou em grupo, e não sei a sua intenção. Foi um homem que se foi meter com uma mulher, o que significa que se sentiu atraído por ela. Como foi rejeitado sentiu o orgulho ferido (vergonha), e tal cão a ganir ficou raivoso e bateu na mulher. Deu-se mal pois ela sabia karaté, o que de certeza lhe trouxe dupla dose de vergonha, pois não só foi rejeitado pela mulher, como ainda levou dela no focinho :D portanto temos um autêntico idiota, triste e falhado socialmente e com as mulheres :D :D :D Ele está a anos luz de ser um cavalheiro e um homem a sério, é tudo o que se precisa de saber.

Pedro C. disse...

Tuno:

Sim, devemos dar o benefício da dúvida às mulheres. Mentir não é apenas uma atitude das mulheres, mas também dos homens. Muitas vezes as pessoas nem sabem porque fazem o que fazem, ou porque dizem o que dizem, estão meio perdidas hipnotizadas por um estado emocional negativo. Apenas reagem e seguem cegamente e inconscientemente o estado emocional negativo que têm no momento. Logo no início podem dizer uma coisa porque querem que gostes delas e querem evitar ser rejeitadas, e depois mais tarde quando já não gostam tanto de ti ou quando o estado emocional muda, dizem outra coisa, haha! A realidade é que é difícil encontrar uma boa mulher para uma boa relação. Há sempre um lado negativo, por isso temos de nos tornar independentes e definir aquilo que estamos dispostos a tolerar, e aquilo que não toleramos de forma alguma nos outros. Não temos de aceitar aquilo que não somos, logo se, por exemplo, não és um mentiroso manipulador, ou um pessimista, ou um invejoso que odeia e ataca, não tens de aceitar essas pessoas na tua vida. É um caminho de busca, e para te manteres o mais alegre possível tens de rejeitar o mais rápido possível quem não te agrada, afastares-te dessas pessoas e esquecê-las para sempre, caminhando na direcção daquilo que te interessa e contribui para a tua evolução e felicidade (optimismo, paz, gratidão, etc).