AMOR

"Ensina só Amor, pois é isso que tu és"

quarta-feira, 20 de julho de 2016

"Portugal Campeão Euro 2016: Optimismo, Humildade e Entrega Com Coração!"

Portugal Campeão Euro 2016:
Optimismo, Humildade e Entrega Com Coração!


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Comentário de leitor do Cool Vibes:

“Olá Pedro e companhia LDA, em primeiro lugar PORTUGAL!! em segundo a França ahaha epa eu estou tão emocionado nem consigo explicar, eu que nem sou um fanático por futebol, mas esse europeu teve algo de especial. Nem sei bem o motivo de estar aqui a comentar lol, mas epa estou tão feliz e também acho que há ou houve uma energia bastante positiva ao redor da selecção desde a coragem ate à crença intocável que quem quiser pode-se inspirar para ter mais sucessos na vida. Eu sei que o futebol não é um tema abordado aqui no Cool Vibes, mas como sugestão e se achares útil obviamente, gostaria que escrevesses um post ou talvez um audio a falar sobre a conquista da selecção, sem querer claro roubar tempo aqueles que tem problemas para resolver com certeza mais graves do que a minha euforia por Portugal xD, mas como disse anteriormente eu senti que houve algo de GRANDIOSO. Parabéns a todos!! :D :D “

Obrigado pelo teu comentário e sugestão.

Segue o que Amas,
Pedro Constantino

17 comentários:

Miguel disse...

Muito bom audio Pedro, Obrigado :)
Creio que já há um filme com a história de Portugal chama-se Forrest Gump xD, ambos parecem não ter capacidade, mas na verdade são muito capazes :)

Nota: O Fernando Santos deu ontem uma entrevista na RTP3 onde fala da vitória no euro creio que complementa e/ou confirma aquilo que disseste no audio :)
Um Grande abraço a todos!

Romário Belarmino disse...

Pedro, como caboverdiano que sou, estava a torcer por Portugal, pelo que fiquei, muito feliz por a selecção portuguesa ter saído vitorioso desse campeonato. Pronto, agora, falando das minhas interações com as mulheres, devo dizer que já me aconteceu na discoteca, uma mulher, que nunca conhecí de lado nenhum, aproximar-se de mim e me pedir que eu a emprestasse o meu telemóvel para telefonar a amiga dela. No momento, achei a atitude dela um pouco estranha, e até cheguei a pensar que ela foi muito ousada, tendo em conta que nós não tínhamos qualquer espécie de intimidade. O quê que achas que estava por detrás dessa atitude dela? Será que ela, de repente, teve uma simpatia por mim e, assim sendo, queria me conhecer melhor? Ou será que ela é do tipo de mulher que anda usando e abusando da boa vontade dos homens? Ou será que não é uma coisa nem outra? E qual é a atitude que achas que se deve ter, neste aspecto em concreto? Devemos, sem mais nem menos, atender o pedido da mulher em causa? Ou devemos brincar um pouco com a situação, como costumas dizer, tentando descobrir quais são as verdadeiras intenções da mulher?

Tiago Santos disse...

Olá Pedro,

Saí sozinho à noite pela 3ª vez numa discoteca em Lisboa e consegui finalmente estar (curtir) pela primeira vez com uma rapariga.

Quando entrei na discoteca estava um ambiente bastante bom, com boa música pelo que decidi ir mais para a frente onde estava a banda. Passados uns 15 minutos, reparei que estava uma rapariga gira perto de mim e começamos a fazer troca de olhares com sorrisos pelo meio. Ela aproximou-se, tendo-se colado a mim voltada de costas a dançar. Eu decidi arriscar e também comecei a dançar. Tivemos assim uns segundos até que, de repente, ela afastou-se uns metros. Pensei que tinha feito algo de errado mas pelo que percebi foi dizer alguma coisa a uma amiga. Ela continuou a olhar para mim e a sorrir e decidi novamente arriscar e aproximei-me dela. A partir daqui ela abraçou-me e depois beijou-me. E não, não estava bêbeda.

O mais curioso disto tudo é que não foi necessário dizer-lhe nada, o que por um lado foi bom visto ter dificuldade em meter conversa com mulheres por não saber o que dizer. Também estava bastante descontraído pois, tal como aconselhas, não saí com a intenção de conhecer mulheres, mas sim para divertir-me.
Ela facilitou bastante tudo isto pois foi ela que se chegou à frente. Se calhar se tivesse de ser eu a tomar a iniciativa de a beijar não sei se conseguiria, mas pronto. Não sei se estava a beija-la bem mas aparentemente ela estava a gostar, pelo menos pela forma como me agarrava, demonstrava isso. Aliás, no início eu só a agarrava pela cintura mas ela quis e fez com que lhe tocasse nas partes mais íntimas.

Praticamente não falamos. Quando o concerto acabou, ela foi ter com as amigas e disse que se tinha de ir embora. Deu-me mais um beijo e foi-se embora. Eu ainda continuei na discoteca pois ainda ia actuar um DJ.
Sinceramente fiquei com pena por não lhe ter perguntado o nome e talvez ficar com algum contacto dela. Enfim nem me lembrei, estava numa de desfrutar daquele momento. Agora é quase impossível de a voltar a ver. Ela era estrangeira e, tal como deves saber, nesta altura do ano há muitas mulheres estrangeiras de férias em Lisboa e a sair à noite. Se calhar ela era um caso destes.

Achas que devia ter falado mais com ela? Que lhe devia ter perguntado algo sobre ela mesmo estando num momento mais íntimo e numa discoteca? Ela pareceu-me estar mais numa de curte, eu também estava mas agora fico com pena de não saber mais sobre ela.

Obrigado e continuação do óptimo trabalho.

Romário Belarmino disse...

Pedro, será que devemos revelar à nossa atual namorada tudo aquilo que tem acontecido ou que deixou de acontecer com a nossa ex-namorada? Ou seja, é que ela me tem confrontado com perguntas do tipo: "Mas porquê é que a vossa relação chegou ao fim? Terá havido alguma coisa de grave? Conta-me tudo." Não percebí o porquê dela querer saber tudo ao pormenor, já que, na minha opinião, o que mais interessa, é a relação existente, atualmente, entre mim e ela. Agora, vir esgravatar uma coisa que não tem nada a ver com a nossa relação, acho que não faria qualquer sentido. Aliás, não contribui, em nada, para o fortalecimento da nossa relação.

Miguel disse...

Boas Pedro, tudo bem?
Tenho várias duvidas e questões a colocar que me surgem no dia a dia, vou tentar ser o mais directo possível para meu comentário não ficar enorme :).

1-Conheci o Coolvibes quando tinha 15/16 anos e comecei a aplicar as coisas que aprendia e aquilo fez me sentir melhor, a verdade é que aos 18 anos (creio eu) ao sair da escola entrei numa crise de apatia e foi uma fase muito difícil, contudo, com a tua orientação na altura, com a minha coragem e esforço eu consegui ultrapassá-la tudo porque inscrevi-me num curso profissional. A partir dai toda a minha vida melhorou, passados dois anos eu já me sinto bem comigo mesmo. O problema é que eu não gosto do curso onde estou, e acima de tudo não gosto da energia carregada de medo, falsidade e orgulho.
Para entenderes melhor o curso tem a sua parte teórica e prática, mesmo não gostando dou sempre o meu melhor dentro dos possíveis claro e eu tenho muito bons resultados.
O que mais me prejudica é a energia não integra que reina ali, eu estou bem disposto, quando estou a me dirigir para lá começo a me sentir fraco sem vontade. Coloco uma mascara de "Faz de conta que..." Uso-a não para obter a validação mas sim para evitar conflitos e chatices muitas vezes tento-me manter firme, mas é daquelas "lutas" que antes de começar já sei que vou perder pois a minha opinião, minhas ideias não vão alterar nada.Para teres uma noção de como funciona o sitio um dos Boss's uma vez disse mais ou menos isso "eu tenho que gritar com vocês senão vocês não aprendem, se eu falar com calma vocês vão fazer sempre asneiras" acho que essa frase explica tudo. Não me revejo nem me identifico com esse curso e ali sou um fraco.
estou a um ano de acabar o curso e surge-me uma duvida, fora do contexto do curso, eu sinto-me na maioria das vezes sempre bem disposto, alegre, entusiasmado, mas dentro do contexto do curso sinto-me fraco, sem energia, mas apesar disso consigo efectuar as tarefas com excelência. Não sei o que fazer, não sei se desista do curso faltando apenas 1 ano para acabar, não sei se continuo porque foi a entrada do curso na minha vida que permitiu-me sair da apatia que vivia, então estou com medo de se desistir não ter energia suficiente para dar outro rumo na minha vida, eu agora sinto-me bem sinto-me com energia, mas quando tinha 18 anos também sentia energia e no entanto cai no poço.
Há aqui uma cena que pode ser fundamental, eu participei de um concurso lá no curso e agora estou na final, participei no concurso por duas razoes uma delas e a principal foi porque precisava manter a minha mente ocupada pois tinha tido uma desilusão amorosa e a segunda razão era pela aventura em si, a escola "apoiou-me" e segundo eles investiram 4 mil euros para eu participar nesse concurso e que a escola tem uma reputação a manter e como tal sinto uma enorme pressão, é um concurso com proporção nacional e envolve outras pessoas, outras organizações, ou seja se eu desistir antes do concurso será algo que afectará o orgulho de muita gente, acho que vou ao concurso, vou dar o meu melhor e depois desisto de tudo.
Depois de esse enorme testamento, achas que tenho energia suficiente para não voltar à apatia caso eu desista? Porque é esse o meu maior medo, voltar a cair no poço. O que me recomendas?

MUITO OBRIGADO!!

Pedro C. disse...

Romário B.:

Tens de aprender a decidir as coisas por ti com coragem. No momento em que isso acontece decides se ajudas a mulher ou não, e depois ou descobres a verdade ou não a descobres. Agora é impossível saber seja o que for, pois a intenção dela pode ter sido uma de muitas possíveis.

Pedro C. disse...

Tiago S.:

Primeiro de tudo parabéns pela tua experiência. Aconteceu de forma natural e impecável.

Segundo, aceita o que foi como foi. Nada poderia ter sido melhor, pois para isso terias de ser mais evoluído e num nível de consciência acima do que tens agora.

Foi óptimo! Para quê complicar? Para quê estragar a beleza do que te aconteceu com pensamentos e emoções negativas? Só te tens de sentir grato e entusiasmado, nada mais. E quando voltares a merecer tal experiência, ela voltará a acontecer. Um dia descobrirás por ti próprio que quanto menos conversa melhor, e que a conversa apenas adia aquilo que ambos querem: intimidade, e algo físico. Ainda por cima num contexto desses, haha! É muito provável que ela só quisesse curtir com alguém que lhe agradasse, como parte da diversão da noite, começando e acabando na noite.

Não tenhas pena, desfruta enquanto a ilusão te parece realidade, pois vai chegar o dia em que mais cedo ou mais tarde são quase todas uma desilusão, e a conversa já não as salva pois já não consegue esconder de ti a sua essência, haha!

Tudo na vida é temporário, tentar agarrar ou prolongar seja o que for é um erro que só leva a sofrimento.

Pedro C. disse...

Romário B.:

Ela quer saber se há algo em ti em relação ao qual deve ter cuidado. Portanto revelas o essencial sobre o que ela perguntar, dizes a verdade com naturalidade, para ela saber o que quer saber e ficar mais tranquila.

Pedro C. disse...

Miguel:

Se te queres ver livre da apatia tens de contrariar aquilo que ela te sugere, e desistir do curso não me parece ser a solução. Desistes do curso e depois? Isso que encontras no curso e de que não gostas está por todo o lado no mundo haha onde há pessoas há ego, por isso esquece, não há fuga geográfica. A única fuga é na consciência, em que deixas de julgar as pessoas e passas a ter a tua própria energia positiva, sendo cada vez menos afectado pelas atitudes narcisistas e não íntegras dos outros. Parece também que queres fugir ao desafio, fugir ao desconforto. Bom, isso é boa ideia se quiseres uma vida miserável emocionalmente, mas se quiseres ser Livre e Confiante, e viver como queres, tens de enfrentar todos os desafios que te surjam pela frente. Só mais um ano passa rápido, e acabar o curso tem os seus benefícios. A minha sugestão é que continues o curso, pois falta pouco para acabares, o que não gostas nele há em todo o lado, assim desafias-te e contrarias a tendência da apatia de não fazer nada por cobardia (fugir a tudo o que traga medo). Mas tens de aprender a ter a coragem de decidir tudo por ti, pois é assim que se vive: assumindo a responsabilidade pela nossa alma.

Outlets e companhia disse...

Olá Pedro! Algumas experiências bem sucedidas aqui no Coolvibes e sua forma de atingi-las coincidem com uma palestra que assisti ontem de um Lama budista brasileiro (que aliás adooooraaaa futebol e dar exemplos usando esse desporto, rs). Ele proporcionou um retiro sobre vários temas, e ele comenta sobre as "bolhas" em que vivemos, aonde por ex. o futebol seria uma bolha com regras próprias, as quais nos identificamos no período do jogo e depois ela se desfaz para cada partida, e assim vamos ativando-as a cada novo jogo ou temporada.
Daí que para mim, depois de ouvi-lo por umas 15 horas :D facilitou entender melhor até o que você fala neste áudio e como as coisas funcionam. As limitações que nós criamos considerando estarmos numa determinada bolha. E então veio um exemplo da formiga que está me intrigando até agora!!! No budismo tibetano eles acreditam em 6 reinos, e que os seres de cada reino irão passando por evoluções e alcançando reinos melhores até atingir a iluminação. A formiga está no reino dos animais, e seria muito difícil para ela, apesar de ter a inteligência primordial, se ver numa condição superior. Mas, a partir do momento que ela perceber dentro da sua bolhinha que o que a limita é a sua maneira de se perceber, na sua forma, daí ela pode sim iniciar esse trajeto para reinos superiores. Entretanto, como a formiga pode ter pouca visão do que é uma vida iluminada, então ela precisa no mínimo se dispor a querer isso e, na visão do budismo, o Buda daquele reino irá ajudá-la. Seria, simbolicamente, a entrega. Acredito que seria o princípio do Hawkins. Se colocar fora da bolha se dá pelos mesmos caminhos ensinados aqui, ou seja, pela contemplação.
Mas de fato, eu percebo essa limitação da formiguinha em mim. Eu me pergunto como no exemplo do Lama, se o que eu enxergo é mesmo o caminho da iluminação ou não. Porque na minha limitação eu posso pensar que estou sim no caminho certo mas isso ser mais uma ilusão.
E daí ele menciona que o objetivo é que as bolhas não nos atinjam mais, que consigamos perceber todas as ilusões, regras, e que o mundo não é um jogo de futebol, rs. O mundo lá fora não tem juiz, bandeirinha, faltas não marcadas. Entretanto, viver fora da bolha é muito difícil, temos que estar atrelados a alguma senão perdemos a identidade em alguns aspectos da vida.
Desculpe por usar esses termos repetidamente, ou as "bolhas", não sei se me fiz entender.
Por fim, a contemplação nos faz criar um observador que nos permite olhar além das bolhas. Eu as vezes me sinto assim mesmo, ou sinto como se tivesse alguém me observando ou observando a mente e sensações e dessa forma tentando aquietá-las.
Nos termos budistas, você Pedro seria um Bodhsatva e o Coolvibes a forma que você criou de cumprir com a sua missão, interferindo em várias bolhas.
Por fim, toda essa história me faz pensar que nada faz sentido então. Não faz sentido ficar brava, não faz sentido sentir ciúmes, não faz sentido sentir medo. Claro que esse nível de consciência não corre pelas minhas veias, é apenas intelectual ainda.
Mas faz sentido o contrário, o que consideramos como "o lado bom da vida"?
Essa experiência que estamos tendo como humanos (ou sei lá em que reino estou, rs) a cada momento me intriga mais. Talvez seja o caso de pedir ajuda ao Buda desta minha bolha para entendimento e iluminação... acho que no momento é você Pedro.
Em resumo, estas experiências que temos, de "bom e de ruim", são para que ultrapassemos as limitações que elas mesmas nos impõem? Ao invés de ofro e fico triste, sou amada fico feliz eu devo ser eu mesma o tempo todo sem que isso me afete profundamente? Isso não é sem graça, risos?
Obrigada Pedro!

Tiago Santos disse...

Obrigado Pedro. Sem dúvida que foi uma óptima experiência.
Também achei que ela só queria mesmo curtir sem bem que eu também mas, pelo menos para mim, seria interessante saber pelo menos o nome e o país de onde ela vinha. É que não sabendo nada parece um bocado estranho.

Pedro C. disse...

Tiago S.:

Pode parecer-te estranho, mas isso é apenas um julgamento teu. Na verdade o que é estranho são os nomes e os países, que não são reais, mas são apenas construções mentais. Nós não somos o nosso nome, nem somos de um país. O que nós somos não tem nome nem país, nem forma. Se queres pensar sobre o que aconteceu, basta pensares que foi uma experiência estimulante. É grátis largares a negatividade e julgamentos do ego, e podes largá-los a qualquer momento.

Tiago Santos disse...

Ok Pedro, vou seguir a tua sugestão. Já agora, no comentário anterior disseste que "(...) quando voltares a merecer tal experiência, ela voltará a acontecer." Voltar a merecer significa estar novamente na discoteca num estado despreocupado sem segundas intenções, ou seja, estar lá apenas para me divertir e não para andar à "caça", certo? É que voltei a sair novamente sozinho para a mesma discoteca e automaticamente o meu estado não foi de descontracção mas sim de olhar várias vezes para as mulheres que lá estavam. No fundo, a minha vontade espontânea foi tentar que a experiência se repetisse. Fiz o esforço para me esquecer disto tentando concentrar-me na música. Apesar de já não estar a olhar para elas, vontade não me faltava o que não me deixou lá muito bem. No fundo, esta minha nova experiência deixou-me como que mais motivado para tentar ter algo com outra mulher mas, ao mesmo tempo, num estado espontâneo de desejo, o que não é lá muito bom. É óbvio que isto se deve à minha inexperiência mas como posso controlar melhor isto?

Depois desta saída, saí logo no dia seguinte para outra discoteca. Já estava mais descontraído e reparei que algumas mulheres estavam a olhar para mim com alguma frequência. Não sei se estavam interessadas ou não (uma fiquei com a sensação que sim) mas não tive coragem de me aproximar dela. Depois, saí um pouco da discoteca e quando voltei a entrar vi-a a dançar com um homem.

Outlets e companhia disse...

Obrigada pela resposta, Pedro! Sinto em algum lugarzinho meu espírito rodopiar de alegria.
"Nós não somos o nosso nome, nem somos de um país. O que nós somos não tem nome nem país, nem forma."
Com certeza se o Lama o conhecesse diria que és um Bodhisatvva (não sei bem qual é a forma correta de escrita). Mas também não interessa, é só mais um título e uma referência.
Obrigada!

Pedro C. disse...

Tiago Santos: "...mas como posso controlar melhor isto?"

Não o podes controlar, esquece. O ego acredita que, se saber o que significa voltar a merecer a experiência, pode controlar a sua repetição. A única coisa que podes fazer é continuar a ter um dia-a-dia espiritual, aplicando tudo aquilo que tenho vindo a sugerir no Cool Vibes. Não dá para viver ao calhas, e depois à pressa forçosamente "contemplar-se" ao se sair à noite para se conseguir conhecer mulheres naturalmente e ter-se experiências estimulantes com elas hahaha! É algo em que nos temos de tornar, e parte disso é largar a vida humana "comum" e os interesses comuns que as pessoas perdidas (menos conscientes) têm. Não é possível ser-se um Totó Zé qualquer e ao mesmo tempo ter-se o Poder e Sabedoria para naturalmente se ter experiências milagrosas :D

Se vês uma mulher que achas atraente, vai falar com ela, deixa-te de filosofias do "estado espontâneo de desejo". É isso que tu és, e é com isso que tens de trabalhar, funcionar e te desafiar, pois precisas de experiência com mulheres e de enfrentar os teus medos sociais e sexuais. Mexe-te ou esquece.

"Fiz o esforço para me esquecer disto" - tarde demais... haha não dá para controlar, funciona como és. Estás a tentar forçar um estado mais elevado que o teu natural para satisfazeres um desejo do ego :D tens de viver a vida independente das mulheres, e ir a sítios de que gostas, bastando apenas pensares que vais lá para ficares todo entusiasmado, sem as mulheres serem a prioridade.

O maior problema dos homens na vida amorosa é o estado de desejo. Torna-os irracionais, nervosos, fracos, não íntegros, narcisistas, desagradáveis, manhosos, inapropriados e primitivos :D mas o desejo não é algo que se odeie, reprima, elimine ou se finja que não se tem. É algo que se contempla todos os dias, só assim é possível de ser transcendido. Não há outra solução, a mente não tem poder para resolver o domínio do desejo sobre o ego. Só experienciando a emoção de atracção num estado não linear é possível ser-se livre como explico. De resto é-se o actor, está-se na imaginação, faz-se jogos de aparências, etc.

Tiveste a experiência com a estrangeira e depois imediatamente abraçaste o ego querendo controlar e agarrar, saber mais e repetir, em vez de simplesmente ficares contente e grato. Quando esse estado de querer agarrar (repetir) e controlar vier, tens de o contemplar e dizer a ti próprio, "Não é preciso mais nada. Como foi é suficiente, obrigado." E a seguir vais oferecer uma bebida a uma mulher bonita :)

Pedro C. disse...

Outlets:

De nada, foi uma honra.

"Com certeza se o Lama o conhecesse diria que és um Bodhisatvva"

Não, essa seria uma observação errada :P

Tiago Santos disse...

O meu ego é mesmo tramado. Obrigado pelas tuas sugestões Pedro, vou fazer os esforço para as aplicar.