AMOR

"Ensina só Amor, pois é isso que tu és"

quarta-feira, 13 de abril de 2016

"Dr. David R. Hawkins: All Life Loves It's Own Life..."

"Dr. David R. Hawkins: All Life Loves It's Own Life..."


História do pato e do caçador de que falo no áudio "Como Escapar do Labirinto do Ego". Não é possível colocar aqui o vídeo, mas este é o link:

The Duck and The Hunter

11 comentários:

Outlets e companhia disse...

Pedro, já fiz download do livro Letting go! A aventura começa agora!!!

Obrigada!
Ana

Miguel Braga disse...

Ana, se me permites download legal ou ilegal?
Pirataria é Crime. Fica só a lembrança.

Outlets e companhia disse...

Caro Miguel,

Por download quis dizer o do tipo legal. Os livros e áudios dele estão disponíveis - a venda - em vários sites. Eu comprei e fiz o download pelo site da Apple. Graças a tecnologia de hoje o acesso é imediato, e já estou no primeiro 1/4 do livro, e gostando muito.

Seria uma comédia ler um livro sobre integridade e fazer pirataria, risos. O cúmulo do non sense.

Miguel Braga disse...

Óptimo! A intenção do meu comentário foi boa :-)

Danilo Macedo disse...

Pedro, estou lendo o livro Letting Go no modo hard (meu ingles é fraco) :). E me surgiu uma duvida, talvez, voce que ja acompanha o trabalho dele há um tempo, possa me ajudar. No 2 capítulo, 'Mechanism of letting go', ele explica que para a energia de um sentimento ruim desaparecer é preciso deixa-lo vir a tona, e apenas observa-lo, deixa-lo ser do jeito que é, sem julgamentos. Dando a entender, nesse caso, que nao precisamos usar nossa mente(intelecto) nesse processo. Mas, ja no capítulo 3, 'the anatomy of emotions', no topico 'handling emotional crises' o autor cita um exemplo de uma pessoa que perde um emprego e usa a tecnica para superar a crise emocional, e especificamente nessa parte: 'He sees that the anger is associated with pride. There is a lot of anger in the form of resentment. There is self-invalidation, which is a form of anger expressed against himself. There is also considerable fear.' Dá a entender que a pessoa, nesse caso, utilizou a mente pra se questionar, pra rotular e identificar a origem de cada sentimento que lhe surgia. Me pareceu um pouco contraditorio com o que o autor falou no 2 capitulo. Meu ingles é ruim, posso ter entendido errado tambem. Você pode dar uma luz? Esse processo do 'letting go' é pra usar a mente ou apenas contemplar o sentimento que surgir sem questionar e deixar ele perder força dentro de nós por si só? Estou confuso, desculpa a extensao da pergunta. Obrigado.

Danilo Macedo disse...

Pedro, ontem eu te enviei um comentário sobre uma dúvida sobre o livro 'Letting go'. Hoje eu avancei na leitura do livro, e pude perceber que o mecanismo 'letting go' nos faz utilizar muito a mente para questionar a origem de um sentimento, o que esta por trás deles, imaginar situacoes nao boas que aconteceram no passado para refazermos um nova e sadia interpretacao do fato. Eu comecei há pouco tempo a seguir uma linha, mais oriental, que diverge dessa maneira que o David sugere para nos tratar. Essa linha segue a ideia que todos os nossos sofrimentos tem origem no nosso pensamento, logo, a solucao é cessar todos eles. E quando isso acontecer, vamos ter entrado em contato com o nosso verdadeiro Self, entrando num estado de paz, deixando esse estado nos guiar pela vida. Fico confuso, nao sei se continuo me esforçando para atingir o estado de não pensamento como proposto pela filosofia oriental ou se coloco minha mente nesse processo, utilizando-a para fazer indagacoes como uma forma de descobrir as causas do meu sofrimento, como me parece, a principio, ser a proposta do David Hawkins. Eu estou fazendo confusao, Pedro? Uma ferramenta de desenvolvimento contradiz a outra? Queria poder usar as duas, mas me parece impossível. Muito obrigado.

Pedro C. disse...

Danilo M.:

Sugiro que primeiro leias o livro todo. E segundo, se achares que o teu inglês é fraco, procura uma escola de inglês e evolui nesse sentido.

Outlets e companhia disse...

Que ótimo, mais uma pessoa aqui lendo esse livro! Podíamos criar um grupo de discussões a respeito. Neste último final de semana participei de um retiro voltado para a filosofia oriental e para começar essa linhagem traduziu errado vários ensinamentos - pela dificuldade da língua original, que não sei se era chinês. Como tínhamos um palestrante espanhol poliglota ele nos levou a perceber isso - o grupo como um todo, eu estou começando com eles agora. Daí muita coisa fez mais sentido Danilo. Além do que o grupo no Brasil, ao que pude constatar, estava trabalhando bem distante da ideia original, perceptível pelas dúvidas que foram surgindo. Esse espanhol vive junto aos monges que detêm todo o conhecimento original. Dai surgirem tantas distorções. Do que concluo que não podemos ficar sujeitos a estudar apenas uma filosofia; devemos ir fundo até a origem, o que requer dedicação mas acontece se quisermos; e muito do que ouvi, e esse pessoal nunca ouviu falar do Coolvibes ou do Hawkins, era igual. Ou seja, como diz nosso amigo Pedro, a verdade universal é igual em todos os lugares. Pretendo continuar com esse grupo pois são pessoas buscando o mesmo que eu é isso me motiva. Mas não pretendo levar ao pé da letra tudo o que é ensinado.

Já li 60% do livro e vou ter que ler mais vezes, para entender tudo que la está. As vezes me parece que não é meu inglês que é ruim, mas que o não consegui entender a essência do ensinamento e dai vem a dúvida.

Danilo Macedo disse...

OK, Pedro. Seguirei sua sugestão. Obrigado.

Danilo Macedo disse...

Ana, vamos criar um grupo sim, pega meu e-mail: danilobmacedo@yahoo.com.br. Pedro, eu li o livro inteiro como você me sugeriu. Algumas das dúvidas que eu tinha foram sanadas ou parcialmente sanadas. No momento, tenho outras dúvidas sobre a prática do mecanismo em si, talvez o senhor possa nos ajudar. Eu, recentemente, estava sentindo uma angústia muito forte(a mente estava relacionando isso a um término de namoro recente que eu estava passando), a dor era bem clara dentro de mim porque eu conseguia sentir uma dor física no peito e muitas vezes, chorei também. Aproveitei esse momento para aplicar a técnica do 'Letting go'. Para isso, fiquei apenas observando, como se estivesse me observando em terceira pessoa, e fiquei sentindo completamente os sintomas da dor que estava a passar em mim naquele momento sem querer julgar se a dor era algo 'bom' ou algo 'ruim' e sem pensar em relaciona-la com o termino de namoro. Essa crise já passou, mas ainda sinto que volta e meia, existe um incomodo rodando em mim, bem sutil, lá no fundo, como se estivesse rodando no plano de fundo da minha consciencia enquanto as coisas do meu dia a dia acontecem. Pedro, o mecanismo do 'letting go' é justamente esse que eu fiz? ou fiz errado? Quando não existe uma crise aguda como essa que passei, quando nenhum sentimento negativo se faz visível ou perceptível para nós durante o nosso dia a dia, eu poderia tentar trazer esses sentimentos negativos a tona, relembrando momentos desagradaveis do meu passado? Isso é válido? Pedro, quando eu estou num ambiente social sinto um sentimento desagradável, e muitas vezes, um nó na garganta..como se eu tivesse algo me angustiando ao estar naquela posição. Essa sensação é bem clara pra mim. Penso na possibilidade de estar sempre me expondo a essa situação, de modo que esse sentimento ruim venha a tona e que, dessa maneira, eu possa trabalhar usando a técnica do livro. Neste caso, Pedro, enquanto eu estivesse me sentindo incomodado num ambiente social, eu poderia trabalhar esse incomodo da mesma forma que trabalhei o sentimento de angustia que tive durante a crise que passei? Apenas agindo como se fosse um observador desindentificado com o sentimento? Não sei nem se você vai me responder, mas vou ousar em pedir mais um esclarecimento sobre o livro. Pedro, eu não entendi o que o David Hawkins quis dizer aqui: "In shifting attention, you make a choice not to indulge the negative emotion. You have already acknowledged and accepted the feeling within yourself as part of being human, but you are choosing to let it go because you want something higher, like peacefulness, harmony, and getting the job done. People will sometimes shift their attention by way of actions such as rearranging the furniture a little bit, opening and closing the window shades, making a quick trip to the bathroom, or going for a short coffee break. These actions allow for a moment to shift from the negative to the positive." Nesse caso, Pedro, ele estaria pedindo para que a gente, ao surgir um sentimento negativo, mude o foco para outra coisa, como uma atividade diária qualquer, de modo a deixar o sentimento negativo apenas estar lá, rodando em segundo plano, como uma forma de nós não nos prendermos a ele e deixa-lo livre para ir embora, deixando, assim, espaço para sentimentos mais elevados? Muito obrigado.

Outlets e companhia disse...

Danilo, entrarei em contato!
Já não me aguentei e acabei comprando um outro livro do Hawkins assim que concluí o Letting go e antes de ler novamente - percebo que tanto os áudios do Pedro, quanto textos assim como os textos do Hawkins precisam ser lidos e ouvidos diversas vezes, pois a cada vez dá um "clic" que na vez anterior não tinha dado. E, ainda mais sendo em inglês, e um inglês diferente do que estou habituada - ele usa palavras não muito comuns - aí mesmo é que preciso reler várias vezes.
Resolvi comprar o Transcending the levels of consciousness mas ele faz várias menções a outros livros como o Truth x falsehood - acho que vou parar com esse e começar a ler os anteriores, para entender melhor o que ele quer dizer. Também tem-me aflorado muita negatividade, ressentimentos, coisas que carrego há anos. Tenho sentido muitas dores no corpo. Mas quando a pústula estoura é que temos a oportunidade da cura!
Obrigada Pedro! Minha covardia e preguiça em ler em inglês estavam me impedindo de avançar no meu desenvolvimento pessoal.