terça-feira, 27 de outubro de 2015

"Como Lidar Com Mulheres Convencidas, Mal Educadas e Negativas"


14 comentários:

Gustavo Mendes disse...

Pedro quem trabalha no cemitério é coveiro !

Outlets e companhia disse...

Aqui no Brasil o homem que faz as covas no cemitério é coveiro!
Fantástico, fantástico tudo o que você diz. Uma dúvida, mas no exemplo que você deu sobre ser atacado num bar e se defender a ponto de ter que atacar ou matar o outro. Nesse caso, eu também atraí essa situação não? Quer dizer, estou com uma energia que atraiu aquilo não é? Interessantíssimo. Me sinto como se tivesse ficado adormecida a vida inteira e agora o véu caiu de uma vez. Mas foi só um, há muitos véus ainda a minha frente, sobre minha interação com este mundo, ego, e tudo o mais... uma aventura fantástica. Ainda não estou segura, 100%, claro. Mas é maravilhoso ouvi-lo explicar de forma tão coerente com a minha visão sobre o que é vida de fato - neste estágio em que estou - e saber que não estou louca!
Agradeço imensamente, Pedro!!! Abraços!

Miguel disse...

Muito Obrigado Pedro pela tua resposta, ajudou-me muito e vou aplicar o que me sugeriste, um Abraço. :)

Romário Belarmino disse...

Pedro, eu acho que existem mulher e mulheres. Ou seja, semana passada estive numa discoteca e lá estava uma rapariga a olhar para mim tipo quem está a querer algo comigo. Então, resolví ir lá meter conversa com ela, convidando-a para irmos dançar, mas ela não só não dançou, como também foi mal educada comigo. Pois, ao que parece, ficou chateada pelo facto de eu ter ido falar com ela. Entretanto, achei muito estranho a forma como ela reagiu à minha aproximação, uma vez que eu fui lá, muito educadamente, como é o meu timbre, convidá-la para dançar. Agora, a mim me parece que existem determinadas mulheres mal humoradas e que estão prontas a descarregarem os seus problemas pessoais sobre quem quer que seja, não se importando com nada. Pedro, não quero dizer que ela teria que dançar comigo mesmo a contragosto, mas que, pelo menos, deveria ser mais educada comigo.

Romário Belarmino disse...

Pedro, o que achas daquelas mulheres que nós encontramos nas discotecas e também nos festivais e que aproximam de nós, com um sorriso de orelha a orelha, como se costuma dizer, para nos pedir uma bebiba e mal acabarmos de lhes pagar a bebiba, nos abandonam e vai logo procurar a companhia de um outro homem com quem passará o resto da noite? Pois, já me aconteceu estar numa discoteca, a mulher se aproximou de mim e me pediu uma bebida, paguei-lhe a bebida, tendo ela me agradecido o gesto com um "obrigada", sorrindo, cínicamente e, imediatamente, foi-se embora em direcção a um sujeito que estava mesmo ao meu lado, tendo-o agarrado ao pescoço e lá foram dançando de forma descarada, como se isto fosse uma coisa normal. Pronto, esperei até acabarem de dançar e fui convidar-lhe para dançar e qual foi o meu espanto, ela disse-me que estava muito cansada e que até estava com dores nos pés. Assim sendo, não me restou outra alternativa senão sair andando e procurando uma outra mulher.

Romário Belarmino disse...

Pedro, quando uma mulher com quem somos incompatíveis tenta enfernizar a nossa vida amorosa, o que devemos fazer? Ou seja, já me aconteceu ter interagido com uma mulher em quem eu estava interessado, tendo ela sido muito receptiva ao diálogo, mas só que passados dois dias quando voltei a encontrá-la, ela me encarou como alguém que ela nunca tinha visto antes. Pois é, ela estava muito reservada e não estava para grandes conversas comigo. Então, eu perguntei-lhe o que se passava, primeiro ela fez um silêncio e depois respondeu dizendo de que alguém lhe tinha dito algo a meu respeito. Logo, lembrei-me de que a rapariga com quem somos incompatíveis tinha-me visto a falar com ela. Daí implorei-lhe para que ela me dissesse quem foi a pessoa que lhe tinha dado a informação a meu respeito, mas ela recusou, categóricamente, em revelar-me o nome da pessoa que me causou transtornos.

Ricardo Miguel Catarino disse...

Obrigado Pedro pelo teu áudio.

Pedro C. disse...

De nada, foi uma honra.

Pedro C. disse...

De nada Miguel, foi uma honra poder ajudar.

Pedro C. disse...

O coveiro! haha obrigado Gustavo.

Pedro C. disse...

Ana: "no exemplo que você deu sobre ser atacado num bar e se defender a ponto de ter que atacar ou matar o outro. Nesse caso, eu também atraí essa situação não? Quer dizer, estou com uma energia que atraiu aquilo não é?"

Quando se é genuínamente bom e feliz, atrai-se (por vezes) o ataque daqueles que invejam essa felicidade, energia, qualidades, etc, etc. O ataque pode ser físico, mas grande parte das vezes é apenas verbal (psicológico/emocional).

James Henrique disse...

Pedro, obrigado pelo áudio!

Romário Belarmino disse...

Numa coisa, acho que tanto o homem como a mulher não conseguem fingir, mesmo querendo. Aliás, tentam fingir durante algum tempo, mas depois não têm como, uma vez que a verdadeira intenção irá revelar-se, mais tarde ou mais cedo. Por exemplo, a mulher finge que está interessada no homem, dando-lhe atenção, sexo e carinho, q.b., mas, na verdade, ela está interessada naquilo que o homem possui. Agora, se, porventura, ela for confrontada com esta verdade, certamente, que irá, categóricamente, negar este facto e até será capaz de acusar o homem de estar a querer julgá-la, pela negativa. Mas, com o tempo ela não vai aguentar, uma vez que ela esteve durante todo esse tempo a fingir sentindo algo que nunca tinha sentido.

Pedro C. disse...

De nada James, foi uma honra.