AMOR

"Ensina só Amor, pois é isso que tu és"

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

"Mestria Emocional Para Mais Atracção e Felicidade"



2 comentários:

Outlets e companhia disse...

Acabei de ouvir a respeito das mudanças de humor de nós mulheres. Eu realmente "sofro" disso e quando isso me acomete imediatamente recordo do mal estar de um ex-namorado. Acho que isso me traumatizou de tal maneira que passei a me policiar e a ficar desconfortável com algo que - puxa vida, é natural! E eu até respondia a ele: "me deixa, é algo que me veio, estou sentindo, e vai passar." Mas com o tempo fui me segurando. Agora essa revelação, ou melhor, essa validação sua, me faz perceber que não preciso conter, esconder ou fingir que não sinto essas coisas para agradar aos outros. Apenas tenho que deixar acontecer. Sou uma pessoa bem humorada, mas não sou o tempo todo assim - é só isso. Não sei como ou aonde você aprendeu essas coisas, tão jovem, mas é fascinante. Você é muito mais que um observador. Agradeço por terem comentado a respeito, me ajudou imensamente.

Pedro C. disse...

"não preciso conter, esconder ou fingir que não sinto essas coisas para agradar aos outros"

A mulher não deve ser julgada pelas suas mudanças de humor, pois isso é natural de acontecer. Faz parte do feminino. Mas a mulher é responsável pelas suas mudanças de humor, e para lidar com elas com maturidade. Ou seja, não é deixar ao calhas, e os outros levam a torto e a direito com as mudanças de humor, sem querer saber de como isso os faz sentir e perturba a sua tranquilidade e bem estar. A mulher tem de aprender a regular-se e ser cuidadosa, em vez de explodir e "mandar cá para fora" tudo o que tem de negativo, sem querer saber de como isso afecta o homem que está com ela (ou as outras pessoas, no geral). Ela tem de evoluir em relação a como expressa essas mudanças de humor, saber avisar e explicar o que se passa, retirar-se, evitar convívios durante os seus baixos negativos, etc. É não ser julgada por isso, e ao mesmo tempo querer saber de como isso afecta os outros e evoluir emocionalmente, para que com maturidade consiga gerir esses altos e baixos. Não se trata de se sentir culpada ou inferior como se tivesse algum problema, nem de negar ou reprimir esses altos e baixos. É apenas estar consciente deles, consciente de que vai afectar os outros, e fazer a melhor escolha possível quando as emoções negativas surgem, para que aqueles que estão com ela sejam respeitados.