quinta-feira, 16 de junho de 2011

"Como Lidar Com os Momentos Baixos de Uma Relação Amorosa"

Pergunta de leitora:

“Olá Pedro! :=)
Antes de mais parabéns pela forma como partilhas com os outros a tua forma fantástica de ver a vida e todas as coisas e sentimentos que a envolvem. Principalmente pela preciosa ajuda que dás a interpretar esses sentimentos. Descobri o teu site numa época crítica da minha vida. Li, entendi e delirei com toda a compreensão que senti desde a primeira vez que li as tuas palavras. E pensei: ”Finalmente, alguma coisa que faz sentido… que faz a diferença!” De facto, fez muita diferença para mim! Obrigada!!!
A opinião ou talvez dúvida, que gostava de partilhar contigo, remete-se mais uma vez a esse grande sentimento que é o AMOR!
Que pensas sobre esta situação: de repente vês-te apaixonado, convencido que é “a tal” até porque tens consciência que foste selectivo e consciente para decidires embarcar nessa viagem rumo ao amor… Tudo corre bem e como esperaste. De repente apercebes-te que “a tal” mostra necessidade de continuar a relacionar-se com um primo exactamente da mesma forma que o fazia antes de estar na tua vida. Com os mesmos carinhos, brincadeiras e confidências de outrora e que te fazem sentir excluído exactamente na altura em que mais necessitas sentir que fazes parte do seu mundo de uma forma plena e de seres alguém deveras importante na sua vida. Até porque o vosso relacionamento já chegou ao ponto de já ser possível abdicar de certos comportamentos e atitudes. Ou melhor, destes serem substituídos por outros a meu ver mais adequados à situação nova que se está a vivenciar em comum. Que decides? O que é correcto e aceitável? Que limites aceitas? Enfim qual a tua opinião sobre esta situação?
Obrigada Pedro ;)
Cumprimentos.”

Resposta:

Uma telenovela mexicana, yes! :D

“Ele pensava que era o homem dela, mas ela andava com o primo!” :D

Carinhos, brincadeiras e confidências com o primo… isso é um problema? São familiares, é suposto terem esse tipo de ligação. A não ser que ande a curtir e a ir para a cama com o primo a situação é perfeitamente natural. Dois primos que se dão bem e têm uma boa ligação é na verdade algo positivo.

Mas, eis que surge o senhor ego a dizer que não, porque nessa situação ele não está a obter algo, sente-se posto de lado, e há outra pessoa próxima de quem ele quer próximo de si e de mais ninguém. Afinal de contas ele pagou e assinou os papéis de exclusividade :D

Como qualquer outra paranóia numa relação amorosa, não há aqui problema nenhum. Não foi ela que fez o namorado sentir-se excluído quando *coff!* mais precisava de atenção. Foi ele próprio! Não é bestial? :D isto quer dizer que ele pode deixar de se sentir excluído quando quiser, em vez de se sentir vítima de algo porque não obteu algo que queria quando achava que ela o deveria ter dado = egocentrismo.

O ego proporciona-nos momentos infinitos de comédia :D

O propósito de todas as relações amorosas é aprendermos a Amar. Logo o que o namorado tem de fazer é aprender a Amar a sua namorada, mesmo que ela ande a ter uma boa ligação com o primo. O que é horrível, eu compreendo, eles deviam era odiar-se e estar sempre a discutir :D

Quando a nossa intenção é servir o parceiro, o que o parceiro faz ou nos dá (ou não dá) não importa. Quando vemos a relação como uma oportunidade de obter ou ganhar algo, seja o que for, é bom que sejamos a única coisa especial na sua vida… or else :D

Nessa situação eu pagava-lhe um copo ao primo. Se calhar, como namorado, teria algo a aprender sobre carinhos, brincadeiras e confidências com ele, quem sabe? Talvez se eu a amasse como o primo a ama ela quisesse passar mais tempo comigo, quem sabe? Se eu não pensasse tanto em mim mas mais nela, talvez ela tivesse uma razão para estar mais próxima de mim em vez de ter de ir ter com o primo para poder experienciar uma ligação genuína, quem sabe?

:D

Quando damos… recebemos. A chatice é que pensar que damos não é o mesmo que dar na realidade :D

O único problema é o egocentrismo do namorado. Ele é apenas vítima do seu ego, e só o somos se o escolhermos. Portanto seguindo o Amor em vez do ego tudo se resolve.

Eu não sei o suficiente sobre essa relação. Não sei até que ponto ela está com o primo (será mesmo primo…? Lol), quantas vezes, se abusa, etc. Seja como for dá sempre para aprender a Amar. E só quando Amor é a nossa intenção e estado, é que de facto sabemos se devemos largar a outra pessoa ou não, porque demos tudo, e assim temos um ponto de referência real e íntegro, através do qual podemos comparar a atitude da outra pessoa. Se ela não está alinhada com o Amor, e se nem sequer tenta ou tem essa intenção, então a relação só dura até termos aprendido a Amar com ela, e a servir o nosso parceiro.

E depois vamos sair e celebrar. Porque a vida é Alegria :D

Obrigado pela tua pergunta.


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1 comentário:

Miss Piglet disse...

Olá, Pedro! já conheço o teu blog à algum tempo, e gosto bastante. Estás de parabéns!
A questão colocada, parece-me tipica dum ser egoista, já para n dizer machista: "Até porque o vosso relacionamento já chegou ao ponto de já ser possível abdicar de certos comportamentos e atitudes. " O que é isto? abdicar?! Desculpa lá, qualquer coisa mas que tal se fosse você a abdicar dos ciúmes possessivos e destrutivos duma relação? pense nisso.