AMOR

"Ensina só Amor, pois é isso que tu és"

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

“Porque As Relações Acabam... e Como As Melhorar”

O post de hoje é importante... e especial.

Vou falar-te sobre relações entre homens e mulheres. A chamada relação íntima, relação amorosa ou namoro... seja como for que lhe prefiras chamar.

É aquele tipo de relação na qual o homem e a mulher têm não apenas uma ligação emocional de conversas, saídas e diversão, mas também intimidade física, uma ligação sexual.

Vou-te explicar a Verdade fundamental que está por detrás do final de todas as relações.

Vou-te explicar como melhorar qualquer relação.

E vou-te mostrar o caminho que te vai libertar para sempre do sofrimento do final de uma relação...

Sim, vai ser aqui no Cool Vibes que vais aprender tudo isto.

E vai ser hoje...

Mas prepara-te, pois quase de certeza que não será a explicação de que estás à espera.

Então, porque acabam as relações?

Superficialmente é óbvio que as relações íntimas acabam por razões diferentes. Se calhar uma relação acaba porque “A” traiu “B”, se calhar outra acaba porque “C” decidiu ir viver para longe e “D” queria viver onde sempre viveu... se calhar “E” deixou de estimular “F”... etc, etc, as razões superficiais são variadas e imensas.

Então qual é a Verdade fundamental pela qual TODAS as relações íntimas ou namoros acabam?

É terrivelmente simples, e é por isso que é tão complicado de perceber e lidar.

As relações são um fenómeno, uma dinâmica, que faz parte da realidade material. E na realidade material tudo o que é da natureza de surgir é da natureza de desaparecer. Nada é permanente, tudo é temporário.

Corpos, pensamentos, emoções... tudo vem e vai. É assim a natureza da realidade material. Umas coisas ficam mais tempo, outras menos... outras ficam tão pouco tempo que nem damos por elas... outras ficam tanto tempo que nos parecem eternas (mas não são).

Portanto as pessoas surgem na nossa vida, surge a ligação que temos com elas, surge a proximidade e profundidade, os momentos, as conversas, as perguntas, os beijos, o sexo, os orgasmos... tudo o que existe numa relação íntima. E depois chega um dia, e toda essa manifestação acaba. As pessoas separam-se.

A relação acaba. E acaba de uma forma concreta, por uma razão concreta que todos nós conseguimos ver e/ou compreender.

O que 90% das pessoas não conseguem compreender é que uma relação acabar não tem nada de mau ou negativo.

As relações íntimas não existem para durar para sempre... essa é uma bela fantasia do ego humano, ou eu separado.

E o seu final também não tem mal nenhum, seja qual for a forma como acabam.

O propósito das relações íntimas não é durarem para sempre... é serem fantásticas independentemente da sua duração.

Um namoro pode durar dias, semanas, meses, anos ou décadas... o que interessa é se enquanto existiu foi extraordinário.

Como foram os momentos que se passaram com o parceiro?

Quais foram as emoções que mais se sentiu?

Isso é que interessa... a qualidade da relação, e não a sua quantidade (duração).

Mas o ego é fraco... o ego tem medo... o ego precisa... e então agarra-se ao parceiro como o macaco se agarra à última banana da última bananeira.

O ego quer que a relação dure para sempre... não porque gosta ou ama, mas porque precisa de continuar a obter algo. Por carência e insegurança.

Tenta controlar e prender a si o parceiro para este não fugir... e condena a relação a nunca poder ser nada de especial.

99% das relações entre homens e mulheres são uma mera guerra de poder. Jogos de manipulação. Colecção de mentiras. Traições em série. Expressões (óbvias) de falta de integridade. Uma seca atroz... uma desmotivação tortuosa... uma viagem frustrante... uma dor de cabeça constante.

Com alguns momentos bons, sim... mas a sua constante, o pano de fundo, é negativo. Por vezes tudo isto é invisível a ambos os parceiros, por vezes eles fecham os olhos pois a realidade é demasiado forte para eles conseguirem lidar com ela directamente...

O comum é verificar um homem e uma mulher a tentar tudo e mais alguma coisa para controlar o parceiro, mutilá-lo de vontade e vida própria, obter o que quer dele, e prendê-lo a si para toda a eternidade.

E é precisamente essa atitude de carência e falta de integridade que dá cabo de todas as relações.

A necessidade de controlar ou mudar alguém é a prova mais clara e directa de que não há Amor na relação.

O Amor aceita tudo como é sem julgar, e dá 100% de liberdade ao parceiro para este ser como é ou deseja ser. Se não gostar (por não haver Amor do lado do parceiro), então afasta-se e vai-se embora, mas sem o julgar ou tentar mudar.

O Amor dá 100% de liberdade à relação para esta seguir na sua direcção natural e acabar a qualquer momento. Não se procura agarrar, controlar ou prender seja o que for. E é esta atitude que garante que de facto a relação seja fantástica, dure ela dias, semanas, meses, anos ou décadas.

Sim, ela pode durar “para sempre”. As pessoas podem estar juntas para o resto da vida. É uma possibilidade. Mas isso acontece naturalmente, não se força. E muitas relações de anos e anos já estão “mortas” há muito tempo. São relações-zombie, sem energia, sem paixão, sem inspiração, sem fascínio... e muitas vezes até já sem *gulp!* sexo.

É uma relação moribunda... não há qualquer romance.

Assim como pode ser muito longa e ser muito boa. Há de tudo. Mas a longevidade da relação não tem de ser grande. Isso não tem de acontecer.

O que tem de acontecer é que se entra na relação para dar, e não para obter.

O que tem de acontecer é que se dá 100% de liberdade ao parceiro para ser como deseja. 100% de liberdade à relação para esta acabar quando chegar o momento de acabar.

Muitas pessoas agarram-se ao parceiro e à relação pois têm medo do fim: rejeição, solidão, não há mais atenção/validação, não há mais momentos íntimos, não há mais sexo, etc. É uma fraqueza que tem de ser ultrapassada, pois é a fraqueza que garante que as suas relações nunca sejam nada de especial. Apenas uma colecção de dores de cabeça e muita dúvida, desilusão e sofrimento.

A relação deve ser apreciada enquanto dura, e quando chegar o momento de acabar deve-se deixá-la acabar. Porque isso só é um problema em níveis de consciência mais baixos. Só em níveis de consciência mais baixos, onde não há Amor e há falta de Integridade, é que o pessoal se chateia e não se quer mais ver, pois alguém magoou e alguém saiu magoado.

Pela primeira vez na vida vais conhecer o conceito mais verdadeiro do que é o final de uma relação íntima de seres humanos de consciência mais elevada:

A relação íntima acaba... mas a sua ligação não.

Podem deixar de andar a ir para a cama, podem deixar de estar juntos físicamente, mas continuam a dar-se bem, sem revoltas, sem remorsos. Ela até acaba por lhe apresentar outras mulheres se for preciso. É que neste nível de consciência elevado (Amor) ninguém traiu ninguém, ninguém magoou ninguém, ninguém prejudicou ninguém, ninguém sofreu por causa de algo... não há discussões nem conflitos... pois não é o “macacóide” ego que comanda as coisas.

Logo a relação é como uma bela aventura romântica, que pode durar dias, semanas, meses, anos ou décadas. Sempre estimulante, sempre positiva, sempre fascinante.

Pois as decisões não são tomadas através de carência ou de “eu contra ti”, mas de Amor, desejo de contribuir e de “que momentos fantásticos posso criar para nós os dois”?

Sim, parece demasiado bom para ser verdade. Uma relação sem discussões? Sem mentiras? Sem jogos?

Sim. E é fácil uma vez que o ego seja transcendido. Logo é uma Verdade que o ego tem de engolir custe o que custar, e quanto mais cedo melhor... senão nunca lá chegarás.

Não há tempo a perder, este caminho não é fácil. O que é fácil é cair em mais uma “relação-zombie-não-íntegra” pois é super sedutor para as carências e desejos do ego humano.

Temos de estar à altura do final das relações e ponto final.

Temos de perceber que pessoas nos merecem e ponto final.

Temos de dar 100% de liberdade ao parceiro para ser como deseja...

Temos de dar 100% de liberdade à relação para esta durar o que tiver de durar...

E temos de a apreciar ao máximo enquanto ela durar, nunca a tentando controlar.

Pois mesmo que ela acabe, se for tudo criado conscientemente, o parceiro fará parte da nossa vida para sempre. A intimidade física pode acabar, mas a ligação vai continuar.

E outros parceiros virão.

Hey, há mais homens e mulheres por aí para se conhecer e criar ligações. E depois, se de facto for estimulante para nós e houver Integridade, então teremos mais uma relação íntima fantástica.

Não podemos viver agarrados a ninguém, porque senão não estamos a dar a liberdade necessária. Ninguém é obrigado a ter algo connosco, seja o que for. Ninguém é obrigado a ter uma relação íntima connosco, ou em continuar a ter.

Temos de dar a liberdade às pessoas de poderem escolher desaparecer da nossa vida, se esse for o seu caminho natural.

Umas pessoas irão ficar até ao fim dos nossos dias, outras não. Mas elas ficam porque de facto é natural ficarem e não porque nós as prendemos a nós próprios.

Com as pessoas certas tudo acontece, flui e se desenvolve naturalmente.

Se temos de forçar uma ligação, ou insistir demasiado em algo relativamente a alguém, então muito provavelmente é porque essa pessoa é muito diferente de nós, não é o tipo certo de pessoa para nós. Ela naturalmente não deseja estar connosco, prefere outro tipo de pessoa. E a nossa missão é perceber isso e deixá-la ir. Quem sabe no futuro, depois das mudanças interiores de ambos, não nos voltemos a encontrar e aí tudo flua naturalmente. Mas se agora não está a ir naturalmente é porque não é suposto essa pessoa agora fazer parte da nossa vida.

Há excepções, por vezes tem-se de ser persistente, mas isso nada tem a ver com forçar. E são duas atitudes difíceis de destinguir, mas uma vem de Amor e a outra vem de carência (ausência de Amor).

Então já te expliquei porque as relações íntimas acabam: faz parte da sua natureza. É normal acabarem e isso não tem mal nenhum. Devemos deixá-las acabar, pois o seu propósito é serem uma aventura romântica e apreciadas enquanto duram.

Agora deves-te estar a questionar:

«Mas quando há Amor e Integridade, e quando é apreciada e é uma aventura romântica, se é tão espectacular, porque raio acaba?»

Porque a relação são as pessoas, e as pessas mudam. Querem coisas diferentes em diferentes alturas da sua vida. Passam a seguir um caminho diferente, desenvolvem preferências diferentes. São escolhas de vida. Mas a sua ligação nunca acaba. Continuam a ver-se, a sair, a conversar, a divertir-se... mas já não estão juntos como namorados. Como já disse, isto acontece pois ninguém usou nem enganou ninguém, ninguém procurou obter algo de ninguém, ninguém tentou prender ou controlar ninguém... logo ninguém saiu magoado ou traído. Continuam a dar-se bem, até pode ser que um dia voltem a namorar, mas para já são bons amigos que se vão encontrando quando é possível.

Então e como é que se melhora qualquer relação íntima?

Estando nela com a atitude de dar e não de obter.

Dar 100% de liberdade ao parceiro para ser como é, como deseja ser, e poder escolher desaparecer da nossa vida quando quiser.

Dar 100% de liberdade à relação para esta seguir a sua direcção natural, e para acabar quando chegar o momento.

Nunca tentar controlar, prender ou agarrar seja o que for. Apenas apreciar enquanto durar, criar e partilhar momentos e experiências.

E mais outra coisa...

Se ambos os parceiros não estiverem a seguir um caminho de evolução, desenvolvimento e crescimento, se ambos não procurarem ser mais excelentes na vida e com os outros, então a relação jamais será de qualidade. Jamais será a aventura romântica fantástica que poderia ser.

Se um dos dois nunca meditou... é praticamente impossível haver Amor na relação, pois esse é o único caminho para se chegar a esse nível de consciência.

E é também esse o caminho que nos vai libertar para sempre do sofrimento do final de uma relação. Quando o Amor já está dentro de nós, não interessa o que nos rodeia, já estamos preenchidos. As nossas decisões passam a ser tomadas através desse nível de consciência e passamos a procurar dar, contribuir e partilhar. Continuamos a satisfazer o nosso ego, ou eu separado, mas os seus desejos e necessidades deixam de nos controlar.

Logo se algo desaparece, podemos ficar tristes e com pena, mas não sofremos. A dor deixa de ser permanente... pois até ela faz parte da realidade material, onde tudo é temporário e passageiro. A identificação com algo material, é o que traz o sofrimento – pois pensamos, acreditamos que faz parte de nós e que se desapareder estamos a perder parte de nós. Mas na Verdade não estamos a perder absolutamente nada. Simplesmente o ego ficou com um estímulo a menos... nós somos o acto de Testemunho, a Consciência que observa a realidade material, não somos nada do que está nela. Nem o nosso corpo, nem os nossos pensamentos, nem as nossas emoções, nem as nossas relações, nem os nossos parceiros.

E no entanto, somos Vazio e Forma. Somos todas as formas da realidade material, e somos o vazio da Consciência. Somos o manifestado e o não manifestado. O que gera o equilíbrio no qual o sofrimento desaparece, é não nos identificarmos apenas com um dos dois, mas com ambos.

O que vai acontecer nesse momento é que vamos sentir mais tudo o que acontece – seja positivo ou negativo, prazer ou dor – ou seja, se for bom vamos ficar ainda mais alegres e bem dispostos, se for mau vamos ficar ainda mais tristes.

Mas enquanto por um lado sentimos mais intensamente a vida... por outro lado temos a escolha de ficar num estado de paz interior em que o mau não nos afecta ou incomoda, e o bom não nos entusiasmada ou seduz tanto.

E esta é a maior aventura que um ser humano pode viver: mergulhar na vida e sentir tudo ao máximo, e ao mesmo tempo ter a opção de vir acima do nível da água, respirar fundo, relaxar, e observar tudo como se fosse um filme.

Eu sei, um tema demasiado estranho para se estar “apenas” a falar de relações. Mas hey, bem-vindo ao futuro! ;)

Tens uma escolha. És 100% livre de experienciar a vida como quiseres. És 100% livre de ter o tipo de ligações e relações que quiseres com o sexo oposto.

Se só queres curtes e encontros sexuais... força, não há mal nenhum nisso. Até podes chamar a isso de namoro ou relação íntima se quiseres.

Se queres, honestamente, andar com mais do que uma pessoa ao mesmo tempo... força, também não há mal nenhum nisso.

Se queres ter parceiros em série e andar a saltar de relação em relação... força, é a tua opção.

Se não queres saber da qualidade da relação e um estado zombie não-íntegro te agrada, então mergulha de cabeça nisso, és livre.

Com 90% (ou mais) das pessoas não dá para ter uma relação íntima extraordinária. É impossível. Não têm as capacidades transpessoal ou espiritual do Amor e Integridade para que isso seja possível.

Com esses 90% não dá para ter uma relação íntima-aventura romântica, com a profundidade, significado, estímulo, fascínio, entusiasmo, e energia que no fundo todos desejam... mas que apenas 10% vivem e sabem como criar.

Na era actual em que vivemos, só tens duas opções:

1 – Ou tens o melhor possível que esta era te pode oferecer em termos de relação íntima, que pode ser estimulante a vários níveis mas é garantido que haverá sempre manipulação e desonestidade... e quando digo sempre é mesmo sempre, pois é o nível de consciência em que a maioria está...

2 – Ou buscas por alguém de um nível de consciência mais elevado, com quem de facto podes ter uma relação íntima-aventura romântica extraordinária, na qual existe Amor e Integridade, juntamente com os melhores estímulos da opção 1. O problema desta 2ª opção é encontrar esse alguém... é que não somos lá muitos.

Há uma citação muito interessante de Leonardo Da Vinci, na qual ele diz:

"When once you have tasted flight, you will forever walk the earth with your eyes turned skyward, for there you have been and there you will always long to return."

O que isto quer dizer na sua essência, é que quando provas algo melhor do que o que costumas encontrar no dia-a-dia, o normal deixa de te atrair tanto e passas a querer apenas aquilo que está acima, que é melhor.

E quando um dia experiencias um pouco da 2ª opção... é muito difícil, quase impossível, dares-te a algo da 1ª opção. Porque não estás para as dores de cabeça, e sabes que algo muito melhor e extraordinário é possível.

E então partes à aventura em busca desse sabor extraordinário de relação íntima...

Guerreiros e Vénus, nós não marchamos em direcção ao Paraíso Amoroso dos 1001 Prazeres que tanto desejamos... nós somos esse Paraíso Amoroso dos 1001 Prazeres. E a nossa missão é aparecermos no mundo e mostrar-mos como somos... a seu tempo outros como nós nos irão encontrar, ou nós os encontraremos a eles.

Para os outros passaremos despercebidos. Seremos estranhos, fora do normal. Eles não têm capacidade para nos apreciar, estamos “demasiado” lá em cima. O seu nível de consciência só chega centímetros à frente do seu nariz, e o nevoeiro é denso. E pior: não acreditam na Luz que vêem e decidem seguir um som qualquer, um cheiro qualquer, que depois os trai e desilude.

Eles estão perdidos no meio do nevoeiro, sem conseguir saber qual é a direcção certa, e nem sequer conseguem perceber isso pois a sua Consciência actual não lho permite. Vão-se aleijando pelo caminho chamado vida, arranhando-se em silvas, batendo com o nariz em paredes, cortando-se em arame farpado, tropeçando...

Temos de ter Compaixão e contribuir para a sua vida o melhor possível, dentro do contexto da ligação que temos com eles. Mesmo que não haja relação íntima, mesmo que tenhamos sido rejeitados... não interessa. Continuamos em busca da pessoa extraordinária e vamos trazendo um pouco de felicidade à vida daqueles que ainda andam meio (ou completamente) perdidos.

Não podes precisar de uma relação. Não podes tentar desesperadamente ter uma relação íntima com alguém. Essa é a atitude que vai garantir que ela jamais seja autêntica e estimulante. Tens de deixar que tudo flua naturalmente...

Vais vivendo a tua vida, e através do teu estilo de vida irás naturalmente ter interacções, conhecer pessoas do sexo oposto e desenvolver ligações. E se depois fizer sentido, se houver atracção, se for possível algo mais profundo e próximo entre ambos, a relação íntima irá nascer sem dares por isso.

Mas se não se der a proximidade/intimidade física e a profundidade emocional, deves manter sempre a ligação com essa pessoa. Deves ser seu amigo, pois assim terás sempre mais alguém com quem sair, partilhar momentos, alguém com quem conversar e com quem te podes divertir e saborear a vida. Alguém que podes ajudar e para quem podes contribuir.

Devemos todos começar a pensar mais em como oferecer qualidade, prazer e felicidade, em como ser uma presença de valor na vida de quem conhecemos, e começar a deixarmo-nos de preocupar tanto com o que obtemos (beijo, relação, atenção, validação, sexo, etc).

Pois é essa atitude genuína de não querer saber se se obtém algo ou não, que vai garantir que de facto vamos “obter” algo extraordinário com essa pessoa. Será uma partilha fantástica. Não podes é usar o “não quero nada” como truque, pois é impossível. Tens mesmo de sentir o prazer de dar por dar, e nunca sentir a necessidade de obter seja o que for. Por muito que gostes da outra pessoa... pois uma coisa é gostar (Amor), outra é precisar (carência).

Durem dias, semanas, meses, anos ou décadas, só precisas de apreciar as tuas relações enquanto durarem, com Amor e Integridade, criando e partilhando momentos. E se a outra pessoa quiser ir embora, se a relação estiver a acabar, deixa-o acontecer.

Faz tudo parte da grande aventura.

Pedro Constantino
Cool Vibes

Perguntas:
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Espero por ti... para uma tarde que jamais esquecerás...
~ Pedro Constantino
Criador do Cool Vibes

14 comentários:

Anónimo disse...

Foi a melhor explicação sobre fim de relacionamentos que já vi.. Pedro: e quando acaba a relação, restando carinho admiração e vontade de ter uma amizade com a pessoa, mas se nota que ela ainda se sente atraída? oq fazer? Desde já quero te agradecer + uma vez, realmente o CoolVibes mudou minha vida brother.. durmo e acordo feliz todo dia, minhas interações são cada vez mais fantásticas, me desprendi quase q 100% do ego, sei meditar, tenho paciência agora, desenvolvi totalmente minha masculinidade, e atraio naturalmente diversos tipos de mulherk quase que TODO DIA(sempre a procura da mais compatível). Contribuir, partilhar.. nossa, engraçado como ao controlar nossa mente, corpo, sentimentos e espírito, tudo fica maravilhoso. "os problemas agora me fazem visita de médico" P.C. Abraço a todossss DON CONEJO

nunoras disse...

Alo Grande mestre!
epá, relativamente a este post e à questão que abordas, apenas posso dizer que, depois de ter lido tudo em pormenor, aquilo que me veio à cabeça foi..."se a questão que o Pedro coloca fosse o Euromilhões....a resposta dele seria certamente a chave certa!!!"
Isto é a minha humilde convicçao, porque em tudo o que li, assino por baixo!
Ok...é muitas vezes complicado funcionar exactamente como aqui falas, no entanto também ninguém disse que agir correctamente era facil!!....aliás...na maior parte das vezes é muito mais dificil do que agir mal, porque por vezes agir correctamente exige quase ter de enfrentar o mundo!...
No entanto, é seguindo um rumo o mais claro e definido, e dentro do possível, imune às pressões sociais, ego,etc, que se elcança aquilo que toda a gente quer...uma relação amorosa fantástica! Relativamente a isso não tenho a mais pequena dúvida.
Parabens por mais um post fabuloso...aliás....isto deveria ser mesmo chamado era de "Biblia para uma vida e relação amorosa perfeitas!"

Abraço de mais um dos 299....lol

Nuno A S

Pedro Constantino disse...

Don Conejo:

Se notas que a mulher ainda se sente atraída não tens de fazer nada. A relação íntima (ligação física) acabou, logo das duas uma: ou queres ter algo físico com ela e avanças nesse sentido; ou queres manter apenas uma amizade e avanças nesse sentido. Lá porque a outra pessoa ainda se sente atraída não tem de acontecer nada. Lembra-te do que tu queres, tem-na em consideração e age conscientemente.

Anónimo disse...

pois...compreendo as duas situações, já quis ficar apenas pela amizade csom alguem e senti que havia ainda atracção por mim e já continuei a sentir atracção por alguém que escolheu apenas a amizade para continuar comigo... só é pena a relação não continuar ou acabar para os dois ao mesmo tempo, não acham? porque será que não é coincidente? seria muito mais fácil se fosse, mesmo dando liberdade e tendo liberdade e transcendendo o ego e percebedo a contribuição e a amizade e tudo isso... quem ama e não deseja que acabe e quem já não ama e deseja que acabe teria muito mais facilidade em lidar com o fim se os timings fossem coinciedentes...

Pedro Constantino disse...

Não interessa se coincide ou não. Não tem nada a ver com uma questão de timings.

É uma questão de capacidade interior.

Ou se tem a capacidade para lidar com o fim de uma relação, seja ele como for, ou não se tem.

Ou de facto já se transcendeu o ego e vive-se num nível de consciência mais elevado no qual se funciona através de Amor, ou estas situações vão sempre ser chatas ou extremamente dolorosas porque o ego em si não tem capacidade para lidar com elas.

Ele sente que perdeu ou está a perder algo e luta como um animal selvagem (que no fundo é o que ele é).

Viver no mundo da imaginação e fantasia, no qual o ego nunca tem de lidar com nada pois as circunstâncias poderiam ser sempre perfeitas (timing, ser coincidente...) não nos leva a lado nenhum.

A realidade é para ser enfrentada directamente, olhos nos olhos, tal como se manifesta e ponto final. Chama-se a isso Coragem. E há sempre um trabalho sério e difícil de evolução a fazer.

Ou de facto se está disposto a tudo para lá se chegar, ou jamais lá se chegará. O ego quer aliviar dores e desconfortos, não quer deixar de "controlar" a situação - que é o que, de uma forma simplificada, significa transcendê-lo.

Quando há Amor a pessoa tem pena que a relação acabe mas continua a Amar independente das circunstâncias dexteriores de "ainda sinto atracção", "ela ainda sente atracção", "ela já não sente atracção", "os timings podiam coincidir", etc, etc.

Isso são tudo fantasias e questões do ego, que não está a gostar do que está a sentir e não está a obter. Nada mais.

Anónimo disse...

não necessariamente... é apenas pena de ter acabado... queria que a minha pena acabasse também mas nao sei porquê permanece.. a pessoa em causa é minha amiga e eu respeito isso, desejo-lhe o melhor mesmo que o seu caminho nunca mais cruze o meu... mas tenho realmente pena de ter acabado...

Pedro Constantino disse...

Ter pena é natural. Irá suavizar-se conforme fores conhecendo outras mulheres, desenvolvendo ligações com elas e tendo mais relações íntimas. Irás sempre gostar dela, mas tudo isso te deixará de incomodar tanto.

Dani disse...

Olá Pedro!

Além de tudo o que somos, também somos humanos... mesmo que a nossa consciência esteja muito evoluída. A questão que te e me coloco ainda é a seguinte: nós somos seres livres, mesmo quando as relações têem as suas "regras" e "limites", continuamos 100% livres. Senão fossemos livres, não haveria lugar para traições nem infidelidades, elas simplesmente não aconteciam... por isso, como lidar com as facadinhas nas relações? Ou nas relações do 2.º tipo não há traições e ambos são fieis?

Pedro Constantino disse...

Hey Dani!

Quando evoluímos espiritualmente e desenvolvemos a nossa consciência, deixamos de ser apenas humanos... ou seja, o nosso lado animal, ou ego, ou eu separado deixa de controlar as nossas decisões e vida.

As traições e infidelidades acontecem não porque somos livres mas por falta de uma qualidade chamada Integridade, que é espiritual (ou transpessoal).

Não se lida com as facadinhas nas relações. Se somos íntegros jamais o faremos, se detectarmos que alguém não é íntegro, então não entramos numa relação com essa pessoa. Se ela nos der uma facadinha, afastamo-nos dela e acaba-se a relação.

Sim, nas relações do 2º tipo não há traições e são ambos fiéis, porque são ambos espiritualmente evoluídos, o ego não controla, os impulsos sexuais e necessidade de validação não controlam, é-se Íntegro.

Dani disse...

Olá Pedro!

Brigada pela resposta. Foi esclarecedora e de encontro ao que eu acredito.

Um bj e uma excelente noite

Aquele que queria ser amado disse...

Olá Pedro, comecei a ler o teu blog apartir do momento em que publicastes este artigo. ESPECTACULAR! Bem...isto ajudou-me muito (não sabes o quanto!), porque estive envolvido á bem pouco tempo com uma mulher, e tudo corria ás mil maravilhas, conversavamos muito, saimos para sitios que eu proprio não tinha ido, jantavamos e almoçavamos fora, divertiamo-nos á noite, o sexo era bom, como eu te disse...corria ás mil maravilhas, e ele demonstrava-me felicidade, exprimia-me muitas vezes esse sentimento que estava feliz...na verdade tudo o que eu fazia era para lhe agradar, dava-me prazer vê-la contente. E eu numca exigi nada e numca me passaria pela cabeça exigir. De repente ela deixou de me falar, a ultima sms que me enviou foi a dizer que precisava de um tempo e de espaço, que não tinha conhecido ninguem, e que ainda gostava de mim. Insisti com sms's, telefonemas e 0 respostas. E não sei porque ela fez isto,a maior parte das vezes só estvamos juntos aos fins de semana..mas curtiamos imennço mesmo muito acredita. O que sei é nas semanas seguintes estive bastante mal, mesmo muito mal...a pensar o que tinha feito ou dito...mas nada, não cheguei nenhuma conclusão. Depois de ler o teu blog, aprecebi-me que gosto muito dela mais com que devia, mas se ela decidiu assim...que achas? achas que eu deva respeitar a sua decisão e ñ lhe ligar mais a pedir esclarecimentos, ou achas que deva insistir? Obgd Pedro

Pedro Constantino disse...

Deves respeitar a sua decisão.

Deves dar-lhe 100% de liberdade para voar na direcção que mais a faz feliz.

Deves dar-lhe tempo e espaço para viver a sua vida como mais desejar.

Deves seguir o teu caminho, criar a tua vida conscientemente, e ir conhecendo outras mulheres para voltares a ter intimidade na tua vida.

E isto vai mudar a tua vida para sempre e relações com as mulheres:

Deves deixar de ser "aquele que queria ser amado" e passar a ser "Aquele que Ama".

Anónimo disse...

Olá Pedro, acho que isso tem a ver com todas as relações de uma maneira geral e não apenas, com as relações íntimas homem/mulher. Por exemplo, no nosso dia-a-dia, nós cruzamos com várias pessoas e algumas delas até poderão vir a ser nossos grandes amigos. Ora, o que acontece, é que por uma razão ou outra, algumas dessas amizades desaparecerão com o tempo. Pedro, o quê que acha disto?

Pedro Constantino disse...

É verdade. Nas relações de amizade isso também acontece. Acontece em TUDO o que faz parte da realidade material.